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É Natal... É Jesus!




Muito bom dia, meus queridos amigos!

Vocês nem imaginam que alegria eu sinto por estar aqui, partilhando desse Evangelho que me encanta e me toca profundamente. Na nossa novena de Natal, ficou escolhido para minha casa o sétimo encontro, tendo como Evangelho esse. Até partilhei com todos que estavam presentes que naquele dia eu fiquei tocada de forma mais profunda que nos outros.

Interessante!

Estamos em véspera de Natal. Que mensagem magnífica o Senhor tem para nós hoje.

Percebam como as profecias de Deus se cumpriram perfeitamente. O imperador Augusto, com toda certeza, já fazia parte dos planos Divinos. Ele ordena o recenseamento em todo o império, fazendo com que todas as pessoas buscassem sua cidade natal e se registrassem. José era descendente de Davi, por isso, juntamente com Maria, foram a Belém, chamada também cidade de Davi, pois foi lá que Davi nasceu e cresceu. Registraram-se, e enquanto estavam por lá, se completaram os dias necessários para Jesus nascer. Então, foram à procura de vagas na hospedaria, lugar onde ficavam os soldados romanos. Não puderam se hospedar, já que foram excluídos pelos soldados. Dessa forma, José e Maria procuraram um lugar mais próximo para Jesus nascer, num estábulo.

Temos o costume de contemplar poeticamente o nascimento de Jesus e seu repouso numa manjedoura. Mas, não podemos nos esquecer que esse nascimento foi verdadeiramente, aos olhos humanos, uma humilhação. Manjedoura é um cocho onde se coloca comida para os animais. E foi exatamente um cocho o berço de Jesus.

Temos, também, o costume de enfeitar o presépio, destacando os bois, as vacas. Com certeza, meus amigos, as vacas, os bois, não tinham um lugar reservado para fazerem suas necessidades. Aquela estrebaria fedia, estava suja. José e Maria estavam sozinhos, sem ninguém para ajudá-los, à beira da estrada. Naquelas condições, a única coisa que Maria pode fazer foi enfaixar o corpo do menino Jesus, protegendo-o de mosquitos, e José colocar algumas palhas na manjedoura.

O filho de Deus, o nosso menino Jesus, o dono da Salvação não teve um lugar digno para nascer. Jesus nasceu, viveu e morreu rodeado de humilhação.

O que mais nos chama atenção nesse Evangelho?

A simplicidade! A RIQUEZA de um coração humilde, voltado ao amor, somente ao amor. Exatamente por isso gosto tanto dessa passagem. Ela é repleta do amor de Deus por nós. Ele, na sua magnificência, se colocou na nossa condição humana, entregando Seu único filho aos pobres. Percebam que os primeiros a receberem o anúncio do anjo que Jesus tinha nascido foram os pastores, que na época eram desprezados.

O verdadeiro contraste se encontra nesse Evangelho. Provavelmente, sem a revelação do anjo não saberíamos que Jesus tinha nascido. E sem o menino na manjedoura não entenderíamos que a glória de Deus é diferente do que muitas vezes consideramos glória.

Costumo dizer que a essência de Deus é como a essência das rosas. Admiro muito duas flores. As rosas e as orquídeas. Ambas lindas, porém, seus diferentes valores são claramente percebidos. As orquídeas são mais raras, por isso mais caras. Entretanto, sua beleza não é maior que a das rosas. As rosas são simples, no caráter financeiro, mas sua beleza eleva os ares, purifica a alma, alegra o coração, transmite o mais singelo amor. Assim é o amor de Deus. O mais simples, contudo, o amor mais lindo que eu já conheci.

Às vezes, acreditamos encontrar melhores sensações em coisas caras, raras e, à medida que nossos olhos se engrandecem às coisas grandes do mundo, nossos corações vão ficando insensíveis ao amor de Deus, que na maioria das vezes é encontrado na simplicidade das rosas dos nossos corações e dos corações das outras pessoas.

Que nesse Natal, possamos de fato, permitir que Jesus nasça dentro de nós. Preparemos o estábulo do nosso coração, sendo humildes, simples, reconhecendo que Jesus é o Senhor da nossa vida. Ele precisa ser o sentido de nossas vidas, a nossa fortaleza, o nosso guia, o nosso maior amor. Vamos amar Jesus como nunca amamos. Vamos nos entregar a Ele, sendo instrumentos fiéis em Suas mãos, dando a Ele a alegria de ser o nosso Deus. Não deixemos, também, de valorizar as rosas que estão ao nosso lado, muitas vezes simples, comuns, mas de uma beleza imensurável, que só precisa de um admirador sensível.

Um Feliz Natal a todos!

Que Deus abençoe a cada um!


Monike Stival Martins

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