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A missa dominical


"A fidelidade às orientações e exigências da Igreja são fundamentais para ser membro vivo da obra de Cristo"


O cumprimento do dever de participar da Missa cada domingo e nos dias santos de guarda é um dos sinais de uma vida religiosa autêntica. Diz o "Catecismo da Igreja Católica" (nº 2.181): "Aqueles que deliberadamente faltam a esta obrigação, cometem pecado grave". A fidelidade às orientações e exigências da Igreja são fundamentais para ser membro vivo da obra de Cristo. A participação semanal ao Santo Sacrifício é importante fator, que nos alimenta em nossa fraqueza com a fortaleza que nasce da Eucaristia.
Esse amparo espiritual faz-se mais significativo em nossos dias, pois uma mentalidade errônea sobre a liberdade favorece a escolha de elementos eclesiais a critério dos indivíduos e não segundo o ensino de Cristo. E, assim, organizam uma religião que é católica apenas de nome. Torna-se mais grave quando o cristianismo é manipulado por opções ideológicas. Um referencial é a palavra do Papa João Paulo II, em sua primeira visita ao Brasil. A homilia em Aparecida, em 5 de julho de 1980, nos ajuda a discernir o verdadeiro do falso nessa matéria: "Qual é a missão da Igreja, se não a de fazer nascer o Cristo no coração dos fiéis? (...) E este anúncio de Cristo Redentor, de sua mensagem de salvação, não pode ser reduzido a um mero projeto humano de bem-estar e felicidade temporal. Tem, certamente, incidências na história humana, coletiva e individual, mas é fundamentalmente anúncio da libertação do pecado".
Prejudicando seriamente o plano de Deus, há os que reduzem a Igreja à tentativa da construção de uma sociedade sem injustiças e outros que se limitam a uma espiritualidade sem um profundo vínculo com a superação dos males, inclusive sociais frutos do pecado. A orientação correta é a que decorre dos ensinamentos de Jesus autenticamente transmitidos pela Hierarquia.
A valorização da assistência à Missa, dentro de um contexto comunitário e especialmente em dias de preceito, sofre com essas tendências. Tal é a importância do assunto que o Papa foi levado a publicar precioso documento, a Carta Apostólica "Dies Domini", com data de 31 de maio de 1998, dirigida ao Episcopado, ao Clero e aos fiéis sobre a santificação do domingo.
Os primeiros cristãos necessitavam de boa dose de heroísmo para viver a sua fé, em virtude do ritmo dos dias do calendário. O grego e o romano não propiciavam aos fiéis o tempo livre do domingo e, em conseqüência, estes celebravam os Ofícios divinos na madrugada. Os costumes evoluíram à luz do cristianismo nascente. No século III, um autor escreveu o que já então se constatava em toda a região: a santificação do domingo já era observada. No entanto, ainda no século IV, um grupo de cristãos foi levado a um tribunal pelo delito de participar de reuniões ilícitas - no caso, a Celebração Eucarística. A resposta foi clara e peremptória: "Temos celebrado a assembléia dominical por que não nos é permitido omiti-la". E morreram mártires de sua Fé.
O costume, (mais tarde, preceito) da assistência à Missa aos domingos e dias santificados vem, pois, das origens do cristianismo. Hoje, essa presença que caracteriza o católico deve ser objeto de um exame de consciência.
No decorrer desses dois milênios persistiu o preceito do primeiro dia da semana, em modalidades variadas. Constitui parte integrante da própria existência do fiel. Há causas que o escusam. Entre elas, a ausência do Ministro ordenado. Nesses casos, o fiel é exortado vivamente – portanto, conselho e não estrito dever - a participar da Liturgia da Palavra. O Código de Direito Canônico (can 1.248) recomenda, de modo claro, a dedicação de um tempo a atos piedosos que santifiquem o Dia do Senhor. No entanto, a assistência à Missa, mesmo fora da paróquia, é obrigatória, desde que não haja grave incômodo para dela não participar.
A obrigação perdura. O Código do Direito Canônico também afirma: "É grave encargo a assistência à Missa aos domingos e festas de preceito. Somente uma causa suficiente a dispensa e, mesmo assim, recomenda-se substituí-la por práticas religiosas”. Trata-se de "recomendação" (cânones 1.247 e 1.248).
Infelizmente, no período pós-conciliar surgiu a falsa informação de ter sido abolido o dever de assistência à Missa aos domingos e dias santos, como também a abstenção dos trabalhos servis no Dia do Senhor.
O "Catecismo da Igreja Católica" (nº 2.181) usa como exemplos dos motivos sérios, relevantes, que dispensem da obrigatoriedade da observância do Dia do Senhor, inclusive da Santa Missa: "Doença, cuidado com bebês", a que se poderiam acrescentar outros assemelhados, como "distância do local da Santa Missa" que, acarretasse incômodo de vulto a quem a percorresse. E, como se trata de uma participação comunitária, não cumpre esse dever quem assiste a transmissão pela televisão ou rádio, mesmo que seja de grande proveito espiritual. De modo particular, beneficiam-se os enfermos e encarcerados, impedidos de chegar a uma igreja. O mesmo se diga dos que residem distantes dos templos.
A importância da fidelidade ao preceito grave da assistência à Santa Missa se origina do valor infinito do Santo Sacrifício, explicitado pelas palavras do Santo Padre em "Dies Domini".
Santificar o Dia do Senhor – assistência à Missa dominical e repouso semanal – favorecendo inclusive a vida familiar – é contribuir para a paz e a convivência pacífica na comunidade. Aproxima-nos do Senhor e abre novas perspectivas a uma autêntica vida cristã.



Cardeal D. Eugenio de Araújo Sales
Arcebispo Emérito da Arquidiocese do Rio de Janeiro
fonte: www.cancaonova.com.br
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Santo do dia 06/11 - São Leonardo de Noblac

O martirológio romano assim se refere ao nosso santo: “Em Limoges, na Aquitânia, S. Leonardo, confessor, discípulo do bem-aventurado bispo Remígio. De nobre ascendência abraçou a vida solitária e distinguiu-se pela sua santidade e milagres. Manifestava uma virtude toda particular na libertação de cativos”. Apesar da grande popularidade deste sato e da difusão do seu culto na Europa Central, com inúmeras igrejas, capelas e localidades a ele dedicadas, os dados relativos à sua vida são escassos.
Leonardo nasceu na Gália no tempo do imperador Anastácio (491-518), sendo seus pais, além de nobres, amigos íntimos de Clóvis, o grande chefe dos francos. Tornando-se moço, Leonardo não quis seguir a carreira das armas e preferiu colocar-se no seguimento de S. Remígio, que se tornara bispo de Reims. Como S. Remígio, aproveitando-se da sua amizade com o rei, tinha conseguido o privilégio de conceder a liberdade a todos os prisioneiros com os quais se encontrasse, também Leonardo pediu e obteve um poder análogo, que exerceu freqüentemente. O rei sentiu-se no direito de oferecer-lhe outra coisa: a dignidade episcopal. Mas Leonardo preferiu retirar-se primeiramente para junto de S. Maximino, em Miey, e depois para as proximidades de Limoges. Daí ser ele conhecido por S. Leonardo de Noblac ou de Limoges. Aí viveu no meio de uma floresta denominada Pavum. Um dia chega a essa floresta o rei Clóvis numa caçada, acompanhado, entre outros, pela rainha, que estava para dar à luz. Começando a sentir dores do parto, pelas orações do santo teve um parto feliz. O rei Clóvis lhe deu como presente todo o terreno que ele conseguisse percorrer montado num burro em um dia, para aí fazer um mosteiro.

(Cf PALACÍN S.J., Carlos; PISANESCHI, Nilo. Santo nosso de cada dia, rogai por nós!, São Paulo: Loyola, 1991)
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1º de novembro: Dia de todos os Santos!

OS SANTOS SÃO ONISCIENTES?

No céu os Santos sabem, através da comunhão com Deus, de nossas condições aqui na terra. A sua felicidade no céu consiste em compreender a Deus. Eles participam da comunhão e do interesse de Deus por nós. Deus não é indiferente ao que está acontecendo aos seus filhos da terra por ele criados. Os Santos, que tanto se assemelham a Deus no seu amoroso interesse por nós, também acompanham as nossas lutas.
Podemos invocá-los, e eles podem ouvir as nossas preces. Como? É claro que os Santos não são oniscientes e nem onipresentes, mas no Céu todos os seus desejos razoáveis são satisfeitos pelo poder de Deus. É razoável que eles desejem conhecer os pedidos a eles dirigidos. Então, Deus habilita-os a conhecer as nossas preces. A perfeita comunhão com Deus permite aos Santos conhecerem nossos pedidos e interceder por nós. Eles não estão dormindo. A alma não dorme. A Carta aos Hebreus ensina: “Está determimado que cada um morra uma só vez, e em seguida vem o juizo (de Deus)” (Hb 9,27). Ora. é óbvio que logo após a morte a alma não será julgada por Deus dormindo…
O tempo e a distância não são empecilhos para que os Santos ouçam nossas preces e nos socorram com sua intercessão; estas realidades que tratamos são coisas do espírito. Na vida eterna não existe mais a limitação do tempo e do espaço que nos impedem, por exemplo, aqui na terra a bilicação. Por mais secretas que sejam, eles conhecem as nossas preces. Querem ajudar-nos, por mais desesperada que seja a nossa necessidade.E podem ajudar-nos. Este é talvez o fato mais importante de todos. Eles são amigos de Deus, muito chegados a Ele pela sua santidade, que os fez “participantes da sua natureza divina”, como diz S. Pedro. Eles têm grande influência junto ao “Pai das luzes” de quem vem “todo dom melhor e todo dom perfeito” (Tg 1, 17).
Que fique claro, o Santo intercede diante de Deus, mas é Deus quem faz o milagre.
Precisamos conhecer as vidas dos Santos e precisamos invocá-los em nossas necessidades continuamente. Devemos fazer todo esforço para nos lembrar deles. As imagens e os quadros são grandes auxílios para isto; nos inspiram seus exemplos e nos convidam à oração. Dias especiais de honra tributada aos Santos particulares renovam o nosso interesse por eles. Novenas, demonstrações públicas especiais, Procissões, a coroação da imagem da Santíssima Mãe de Deus no último de Maio, as peregrinações aos santuários, a dedicação de igrejas a um santo particular – todos estes são apenas alguns dos meios honestos, humanos, de nos ajudar a recordar e imitar os Santos.
Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja, insistia sobre a necessidade de nos “recomendarmos” continuamente aos Santos. Santa Teresa de Ávila, também doutora da Igreja, tinha devoção especial a São José e a Santo Agostinho.
No Batismo, a cada criança católica deve ser dado o nome de um Santo. É bom que um novo cristão tome o nome de um dos heróis da fé cristã. Além disto, o nome dá honra ao Santo, tal como um homem na terra é honrado por ter um filho com o seu nome. E, do mesmo modo que um homem acompanha com interesse e afeição a carreira do seu homônimo, assim também o Santo no céu se interessa por aqueles que trazem os seus nomes na terra e os ajuda.
Antigamente na ocasião em que era recebido o Sacramento da Confirmação, a Crisma, os católicos às vezes juntavam ao seu nome o de outro santo. A Confirmação introduz um homem numa nova fase da sua vida, a de “soldado de Cristo”. É apropriado ter outro santo a velar por ele na sua nova condição.
Não somente os indivíduos têm Patronos, mas também os grupos. A piedade cristã tem sugerido que certas profissões sejam colocadas sob a proteção de Santos que tiveram similar estado na vida. Os médicos são abençoados tendo como seu padroeiro S. Lucas, “o médico caríssimo” (Col 4, 14) e companheiro de São Paulo. Santo André é o Padroeiro dos pescadores, como é apropriado; S. José, dos carpinteiros e trabalhadores de modo geral; S. Marcos, dos escrivões públicos (ele era como que secretário de S. Pedro), e assim por diante.
Outros padroeiros foram sugeridos, numa época de fé. S. Cristóvão tornou-se padroeiro dos motoristas. Santo Estêvão, que foi o primeiro cristão a morrer pela sua fé – foi apedrejado até morrer – tornou-se o santo padroeiro dos pedreiros. S. Dimas, o bom ladrão, tornou-se o padroeiro dos condenados à morte.
Nenhuma condição de vida deixa de ter o seu padroeiro. Os agricultores têm Santo Isidoro; os vinhateiros, S. Vicente Mártir; os sapateiros, S. Crispim. Há um padroeiro dos comediantes, S. Vito. Veja como a Igreja dá importância à proteção dos Santos.
Conta-se a história de S. Brás, a quem, enquanto aguardava o martírio na prisão, trouxeram uma criança em perigo de sufocação por causa de uma espinha de peixe que lhe atravessara na garganta. Pela oração do Santo, a aflição dissipou-se. Em igrejas católicas, a 3 de fevereiro de cada ano é dada uma bênção especial aos fiéis, rogando a S. Brás protegê-los contra as doenças da garganta.
Santo Antônio de Pádua é invocado quando se precisa de assistência para achar alguma coisa perdida. Isto aparentemente se origina de uma história de que um noviço, no mosteiro dele, uma vez fugiu levando consigo um livro valioso. Pela oração de Santo Antônio, o rapaz foi colhido por uma violenta tempestade. Assustado, resolveu não somente devolver o livro, mas emendar sua vida.
Não se deve imaginar que seja uma superstição infantil que sugere tais devoções. A oração pode ajudar-nos mesmo nos negócios diários mais comuns. Certamente é mais apropriado rezar a algum Santo que tenha ligação, embora remota, com a nossa necessidade, do que rezar sozinho, sem o auxílio das orações dele.
Em épocas recentes, a Igreja Católica declarou oficialmente certos santos patronos universais de obras particulares. S. José, o pai adotivo de Cristo, é o Patrono da Igreja Católica inteira. Isto foi declarado pelo Papa Pio IX em 1870. Santa Teresa de Ávila diz que São José nos socorre em todas as necessidades, seja qual for.
Se na terra São José foi o protetor do próprio Menino-Deus, deve ser agora o Patrono (protetor, defensor, guarda) do seu Corpo Místico, a Igreja.
É eloqüente o testemunho de Santa Teresa devotíssima de São José. No “Livro da Vida”, sua autobiografia, ela escreveu :
“Tomei por advogado e senhor ao glorioso São José e muito me encomendei a ele. Claramente vi que dessa necessidade, como de outras maiores referentes à honra e à perda da alma, esse pai e senhor meu salvou-me com maior lucro do que eu lhe sabia pedir. Não me recordo de lhe haver, até agora, suplicado graça que tenha deixado de obter. Coisa admirável são os grandes favores que Deus me tem feito por intermédio desse bem-aventurado santo, e os perigos de que me tem livrado, tanto do corpo como da alma. A outros santos parece o Senhor ter dado graça para socorrer numa determinada necessidade. Ao glorioso São José tenho experiência de que socorreem todas. O Senhor quer dar a entender com isso como lhe foi submisso na terra, onde São José, como pai adotivo, o podia mandar, assim no céu atende a todos os seus pedidos. Por experiência, o mesmo viram outras pessoas a quem eu aconselhava encomendar-se a ele. A todos quisera persuadir que fossem devotos desse glorioso santo, pela experiência que tenho de quantos bens alcança de Deus…De alguns anos para cá, no dia de sua festa, sempre lhe peço algum favor especial. Nunca deixei de ser atendida”.
S. Vicente de Paulo é o padroeiro de todas as obras de caridade. Santo Tomás de Aquino é o patrono das universidades e escolas. S. Francisco Xavier e Santa Teresa do Menino Jesus são padroeiros das Missões e São Francisco de Sales, dos escritores e jornalistas.Se você quiser conhecer um pouco dos que os Santos nos ensinaram, pode ler os nossos livros: “Na Escola dos Santos Doutores”; “Ensinamentos dos Santos”, “Relação dos Santos e Beatos da Igreja”; “Intercessão dos Santos, relíquias e imagens”.

Prof. Felipe Aquino - www.cleofas.com.br
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Confiar no outro...

A paz de Jesus a todos! Encontrei este artigo no "site" da Canção Nova que fala sobre 'Confiança', e estou postando aqui para que possamos refletir se estamos sendo confiáveis para com as outras pessoas e em quem estamos colocando a nossa confiança. Sugiro que escutem a música "Confiança", do Walmir Alencar. A letra segue abaixo do texto. Boa leitura a todos! Que Deus nos abençoe!!

A confiança é um fruto que nasce de uma experiência de amor do encontro de duas pessoas. Para confiar é preciso se encontrar com o outro.
Quando falo do encontro lembro-me das experiências dos encontros de Jesus com tantas pessoas: Maria Madalena, Zaqueu, Bartimeu, Pedro… É o encontro que nasce do amor gratuidade capaz de ver a pessoa naquilo que a faz única e não se repete. Um encontro de amor que evoca o melhor do outro a vir para fora. Sim é verdade, o amor é a única força capaz de perceber e intuir o que o outro tem de melhor, aquilo que tantas vezes está escondido e que só quem ama é capaz de perceber.
A confiança nasce dessa relação de encontro de amor. É um encontro que nasce na oficina da vida. Jesus foi encontrando-se com as pessoas no caminho. É na caminhada da nossa existência que vamos nos encontrando com as pessoas. Faz-se necessário uma abertura interior e disposição para acolher todos aqueles que a Divina Providência vai colocando do nosso lado: na família, na escola, no grupo, na comunidade, no trabalho, enfim, em todas as situações que vivenciamos.
Para confiar é necessário tempo. Na nossa comunidade, Pe. Jonas usa algumas palavras fortes: “… é necessário sangue, suor e lágrimas”. Não se confia em alguém de forma mágica, é preciso conhecer o outro, dar-se a conhecer. É preciso partilha transparência, aceitação das diferenças, acolhimento, paciência. Confiar é uma conquista! Conquista que exige do seu coração abertura. Confiar implica em amar na gratuidade. Ricardo Sá diz que quando o amor é amadurecido aceita a todos. Confiar passa pelo processo de aceitação daquilo que o outro é, mesmo com os seus limites e defeitos.
Talvez você se faça esta pergunta: Como confiar quando nós somos traídos? Sinto que a confiança está muito ligada ao perdão. É preciso coragem para pedir e dar perdão. Jesus nos ensinou no alto da cruz quando pediu ao Pai que perdoasse aqueles que estavam crucificando-o. Ele disse: “Eles não sabem o que fazem”. Precisamos ter este olhar de Jesus, que aceita, acolhe e é capaz de ir além da situação, é capaz de ver a pessoa por inteiro. É capaz de recomeçar sempre.
Confiar no outro exige de nós uma atitude crescente de recomeçar sempre, mesmo quando eu fui traído, traída. Não é coisa fácil, é trabalho interior, exige lucidez diante dos fatos e autodomínio nos sentimentos. É preciso uma séria caminhada de conversão. Tenho feito esta experiência. Não é coisa fácil, mas quando você consegue experimenta-se a liberdade interior. O amor verdadeiramente nos faz livres.
Só o amor… Confiar é amar!


Vera Lúcia Reis

Artigos Canção Nova




Confiança - Walmir Alencar


Em teu coração, um abrigo sei que posso encontrar

Como amigo acolhe o outro em seu lar

Nem precisa chamar

Pequeno sou, mas em Deus a força podemos ter

Como a água rega e faz crescer, amadurecer

Assim eu quero ser, se um dia faltar alento em teu viver

Agora eu posso ver a presença de Deus refletida em teu olhar

Contigo aprendi que um amigo fiel é preciso conquistar

Com o tempo verás que a nossa amizade bem mais forte será

Em meu coração, um abrigo poderás encontrar

Como amigo te acolho em meu lar

Nem preciso chamarDeus é bom, nos ensina seu amor semear

Confiança é algo pra cultivar, mas é ele quem dá

Ele nos faz crescer, amigos e irmãos na mesma direção
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Dias Tristes

Os dias não são todos iguais. Alguns nos pegam de surpresa e se tornam nublados… são dias tristes. Estes dias recebi uma notícia impactante que até agora não consegui digerir. Fatos fortes podem provocar sustos que ficam ecoando em nosso dia como fantasmas interiores. Devemos tomar consciência desta armadilha da alma humana, pois os dias tristes são como colocar um óculos escuro para dirigir e esquecer de tirá-lo ao entardecer. Escurece mais cedo. São como as lentes sujas de um óculos de grau. O mundo todo fica nublado. Com isso, até as coisas boas costumam ser vistas com pessimismo. É neste momento que podemos dizer palavras fortes demais para os amigos sem revelar que a origem delas está em fatos que preferimos “curtir” em segredo, para não incomodar os outros… Pode não ser uma boa idéia.

Mas uma coisa é certa. Os dias tristes passam com a mesma velocidade dos dias nublados. Durante a chuva devemos professar a fé de um dia o sol voltará. Não será dilúvio para sempre.

Padre Joãozinho, scj.

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COMUNICADO!!!

Gostaria de comunicar a todos que no próximo sábado, dia 20 de outubro de 2007, NÃO haverá reunião do Grupo de Oração Semeador na Capela Nossa Senhora Auxiliadora, pois estaremos todos reunidos, juntamente com o Grupo de Oração Caminhando com Jesus e os demais grupos de jovens da RCCI, no Centro Comunitário da Vila Santa Teresinha, em uma grande NOITE DE LOUVOR, dando continuidade ao trabalho de divulgação e preparação para o XIX Encontrão 2007.
Desde já, todos estão mais que convidados a participarem deste momento de louvor e adoração, que começará a partir das 19:30 hrs!

Gostaria de aproveitar a oportunidade e comunicar a todos os servos do Grupo Semeador que no domingo, dia 21/10/2007, haverá REUNIÃO DE SERVOS, a partir das 10:00 hrs na Capela Nossa Senhora Auxiliadora, como de costume. Por favor, aqueles que forem tomando conhecimento avisem os demais.

Um grande abraço a todos e que a Paz de Jesus esteja com vocês!!!
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Noite de Louvor - dia 13/10: Uma Bênção!!!


Graças ao nosso bom e amado Deus a Noite de Louvor do Grupo de Oração Semeador, ocorrida no último sábado, foi uma bênção!!!
Mais uma vez o Senhor manifestou o seu poder e a sua graça sobre cada um de nós que estávamos naquele lugar.
Encheu-nos da sua alegria com um momento maravilhoso de animação e louvor.
Partilhamos da Sua palavra, em Atos dos Apostólos, Cap. 1, vers. 4 a 8, a qual nos diz que receberíamos o Espírito Santo que nos daria força!
Por último, o Senhor cumpriu o que dizia a palavra, derramando o seu Espírito Santo, em um momento de profunda oração e comunhão com Deus, tocando cada coração e nos enchendo do seu amor e sua paz, libertando e curando a cada um de nós, finalizando então com uma Adoração ao Santíssimo Sacramento que ali se faz presente.
Foi Maravilhoso!!!
Comemoramos o Aniversário do Grupo de Oração Semeador, que completou 7 anos de sua existência!!!
Agradeço a todos que colaboraram para a realização da noite de louvor e a todos que participam do grupo de Oração, por serem pessoas tão especiais, verdadeiros anjos escolhidos por Deus para estarem ali...
Que Jesus continue nos abençoando e iluminando o nosso caminho!!
Louvado seja o Senhor nosso Deus!!!
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CONVITE - NOITE DE LOUVOR


Você não pode perder nesse sábado, 13/10/2007, Noite de Louvor na Capela Nossa Senhora Auxiliadora para comemorar os 7 anos do Grupo de Oração Semeador!

Você é o convidade especial de Jesus!

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O que é Adoração?

A paz de Jesus a todos! Estou postando este artigo, extraído do site da Canção Nova, que fala o que é adoração e a importância de nos silenciarmos diante de Deus, para adorá-Lo de todo o nosso coração, em Espírito e em Verdade! Boa leitura a todos! Que Jesus nos ilumine!

"Colocar-se em silêncio interior não é fácil..."

Antes de mais nada, trata-se de aprender a se colocar na presença de Deus, simplesmente, com regularidade. Mesmo que não seja por muito tempo, deve ser uma ação diária.
Por que procurar a presença de Deus no silencio interior? Porque primeiramente Ele esta presente em nós, mesmo se não sabemos, mesmo se não o sentimos.
Colocar-se em silencio interior não é fácil, e menos ainda permanecer ali por alguns instantes. Não estamos acostumados. Isso pode nos parecer uma perda de tempo. Preferimos preenche-lo com barulho, até mesmo um “bom barulho” como os cantos de louvor, com instrumentos musicais. Desse modo fugimos da Adoração, e da graça da cura que ela traz ao nosso coração doente.
Há um tempo para o “louvor ruidoso e feliz”, um tempo para a pregação ou o ensino (formação), um tempo para o terço ou outra devoção completamente respeitável. Mas esses momentos não são de Adoração...
Um louvor pode introduzir a Adoração num segundo momento, tornando-se progressivamente calmo ate chegar a um completo silêncio. O Evangelho de Mateus 26, 6-13, trata de uma mulher que derrama um perfume de grande valor aos pés de Jesus. Os discípulos, indignados, reagem: “Para que esse desperdiçio?” Naquele momento, eles não tinham compreendido... Como nós provavelmente não compreendemos, ainda, a verdadeira Adoração...
Jesus lhes explica: “é de fato uma boa obra que ela realizou para comigo... pobres, vocês sempre terão, mas quanto a mim, vocês não terão para sempre”.
Conhecida por todos como pecadora, essa mulher ousa manifestar seu reconhecimento a Jesus. Ela “aproveita a presença de Jesus” para honrá-lo, agradecer-lhe à sua maneira, para adorá-lo, mesmo que, sem dúvida, ela não perceba que o adora, porque não sabe ainda em verdade que Ele é Deus.
Essa mulher, espontânea, de modo livre, aproveita o momento na presença de Jesus, mesmo que Ele pareça ocupado com outra coisa, para lhe mostrar seu amor e, mais ainda, para dar, à sua maneira, um aprova definitiva. Consagrar tempo para a Adoração é como derramar um perfume precioso sobre Jesus para lhe manifestar nosso amor.

Artigo extraído do livro Orações de cura e adoração
Philippe MadreEditora Canção Nova
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Santo do dia 08/10 - Santa Taís

Santa Taís foi uma prostituta egípcia. Viveu provalmente no século IV. Foi convertida por um monge chamado Pafúncio. Conta-se que o monge pediu-lhe que o recebesse num lugar reservado. Ela lhe respondeu que não devia temer os homens, mas somente Deus presente em toda parte. Desse encontro, Santa Taís saiu transformada e se converteu, mudando radicalmente de vida. Despojou-se de suas riquezas e levou vida penitente. Passou o resto de seus dias repetindo a seguinte oração: "Vós que me criastes, tende compaixão de mim".

(Cf. ALVES, José Benedito. Os Santos de cada dia, São Paulo, Paulinas, 1998)
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SERVOS SEMEADOR: Preparai-vos para a Batalha


Servos do Grupo de Oração, preparai-vos para a batalha do final de semana que vem. Cliquem aqui.
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santo do dia 07/10 - Nossa Senhora do Rosário

A festa de Nossa Senhora do Rosário foi instituída pelo papa Pio V, em 1571, quando se celebrava o aniversário da batalha naval de Lepanto. Segundo consta, os cristãos saíram vitoriosos porque invocaram o auxilio da Santa Mãe de Deus, rezando o rosário. A origem do terço é muito antiga. Remonta aos anacoretas orientais que usavam pedrinhas para contar suas orações vocais. O Venerável Beda sugerira aos irmãos leigos, pouco familiarizados com o Saltério latino, que se utilizassem de grãos enfiados em um barbante na recitação dos pai-nossos e ave-marias. Segundo a lenda, em 1328 Nossa Senhora apareceu a São Domingos, recomendando-lhe a reza do rosário para a salvação do mundo. Rosário significa coroa de rosas oferecidas a Nossa Senhora. Os promotores e divulgadores da devoção do rosário no mundo inteiro foram os dominicanos. Somos hoje, portanto, convidados a meditar sobre os mistérios de Cristo Jesus, associando-nos como Maria Santíssima à encarnação, paixão e gloriosa ressurreição do Filho de Deus.
(Cf. ALVES, José Benedito. Os Santos de cada dia, São Paulo, Paulinas, 1998)
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Santo do dia 06/10 - Beato Diogo Luís de San Vítores (Apóstolo das Ilhas Marianas)

Nasceu em Burgos (Espanha) no ano de 1627, filho de nobres de grande fortuna. Muito cedo manifestou seu desejo de entrar para a Companhia de Jesus, idéia que encontrou forte oposição em sua família. Durante a Festa da Anunciação teve uma visão da Virgem que confirmou seus desejos e, em 1640, ingressou no Noviciado da Companhia. Exemplo de devoção e dedicação, foi ordenado sacerdote em 1651. Inflamado de ardor missionário, teve que aguardar até 1660 para que seu desejo se realizasse. Enviado para a missão nas Filipinas, lá exerceu o ofício de Mestre de Noviços, Prefeito de Estudos e Professor de Teologia, dedicando-se também, com grande zelo, à conversão dos indígenas. Lutou pela criação da missão nas ilhas Marianas, que conheceu em suas viagens. Inaugurou a missão em 1668 onde, após converter milhares de almas à fé, morreu atravessado por uma lança e teve a cabeça partida por uma catana, em 1672. Foi beatificado por João Paulo II em 1985.

...não julgue V.M. que esta resolução (de entrar na Companhia) é tomada por persuasão de algum homem, pois é certo que não a tive de ninguém, nem atribua ao fato de eu ter pouca idade, porque este pensamento tem estado tão arraigado a mim, que não me recordo quando teve princípio.

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Santo do dia 05/10 - São Benedito

Benedito, cognominado o Mouro, ou “o Preto” - no Brasil -, nasceu em Sicília. Filho de escravos vindo da Etiópia para San Fratello, na Sicília, vendeu seus bens e fez-se eremita franciscano nas vizinhanças de Palermo. Mais tarde, obedecendo a uma determinação do Papa Pio VI, obrigando todos os seguidores da Regra de São Francisco a viverem em conventos de sua Ordem, abandonou o eremitério. No convento, dedicou-se a trabalhos humildes. Chegou a exercer o cargo de Superior, mesmo não sendo sacerdote, e mais tarde vemo-lo novamente trabalhando na cozinha. Morreu em 1589. Seu culto logo se espalhou pela Itália, Espanha, Portugal, Brasil e México. O Papa Pio VIII inscreveu-o no rol dos santos.
(Cf. ALVES, José Benedito. Os Santos de cada dia, São Paulo, Paulinas, 1998)
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Santo do dia 04/10 - São Francisco de Assis

Francisco de Assis nasceu na cidade de Assis, Úmbria, Itália, em 1182. Pertencia à burguesia, e dessa condição tirava todos os proveitos. Como seu pai, tentou o comércio, mas logo abandonou a idéia por não ter muito jeito para a coisa. Sonhou, então, com as glórias militares, procurando, desta maneira, alcançar o Status que sua condição exigia. Contudo, em 1206, para espanto de todos, Francisco de Assis abandonou tudo, andando errante e maltrapilho, numa verdadeira afronta e protesto contra sua sociedade burguesa. Entregou-se totalmente a um estilo de vida fundado na pobreza, na simplicidade de vida, no amor total à todas as criaturas. Com alguns amigos deu início ao que seria a Ordem dos Frades Menores ou Franciscanos. Com Santa Clara, sua dileta amiga, fundou a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Em 1221, sob a inspiração de seu estilo de vida, nasceu a Ordem Terceira para os leigos consagrados. O Pobrezinho de Assis, como era chamado, foi uma criatura de paz e de bem, terno e amoroso. Amava os animais, as plantas e toda a natureza. Poeta, cantava o Sol, a Lua e as Estrelas. Sua alegria, sua simplicidade, sua ternura lhe granjearam estima e simpatia tais que fizeram dele um dos santos mais populares e queridos dos nossos dias. (Cf. ALVES, José Benedito. Os Santos de cada dia, São Paulo, Paulinas, 1998)
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Santo do dia 03/10 - S.Francisco de Borja (3o. Superior Geral da Companhia de Jesus)

Espanhol, duque de Gandia, vice-rei da Catalunha, casado e com 8 filhos. Ao conhecer a Companhia de Jesus afeiçoou-se tanto a ela que fundou em seu ducado uma Universidade entregue à nova Ordem. Ao morrer-lhe a esposa, renunciou ao mundo e fez-se jesuíta, trilhando generosamente o espírito de S. Inácio. Teve que fugir de Roma para não ser feito cardeal. Ordenado sacerdote, foi eleito Geral da Companhia de Jesus após a morte do Pe. Diogo Lainez. Caracterizou-se por sua devoção ao Santíssimo Sacramento. Em seu tempo a Companhia organizou casas de formação e abriu missões em países da América Latina. Recebeu o jovem Estanislau Kostka no Noviciado de Roma. Foi canonizado por Clemente X em 1671.

Assim como pela secura da terra murcham as flores e os frutos das árvores, assim também, quando a alma se entedia na oração e nos exercícios de piedade, secam-se as flores e os frutos espirituais. Por isso, quem pouco se exercita na meditação e na imitação de Cristo crucificado, mal aprenderá a sofrer e cairá na impaciência. E porque não medita assiduamente, na oração, sobre o conhecimento da própria baixeza e miséria, cai na estima própria e no desprezo do próximo.

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Chuva de Bênçãos!!


Já sabe como foi a reunião do sábado passado? Clique aqui e veja que lindo que foi!


Aproveito para agradecer pela presença da Mirilaine, da Clarisse e de sua mãe (não sei se os nomes são escritos dessa maneira, deculpem-me se estiver errado).


Deus nos abençoe cada vez mais!!
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Diário Espiritual - Passo a Passo


Saiba, passo a passo, como fazer seu diário Espiritual.
É só clicar na figura acima.
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Conhecereis a Verdade e Ela vos Libertará







Graça e paz!


Acho que não é novidade para ninguém que fui, durante algum tempo, coordenador do Grupo de Oração Pentecostes. Foi uma das épocas mais lindas da minha caminhada religiosa, provavelmente a mais bela de todas. Havia um fervor diferente, derramamento de muitas bênçãos, um mover intenso do Espírito Santo que movia todos os corações e transformava a vida de todas as pessoas que iam às reuniões.


A ação de Deus era tão presente que chegamos a ter reuniões com uma média de 110 jovens num horário um tanto complicado, em se tratando de jovens: no domingo à tarde.


Quando penso no Pentecostes hoje, já não penso mais com a dor que senti durante muito tempo por não ter lutado por ele quando ele mais precisou de mim. Há alguns dias conversava com a Tallytta no msn e disse a ela que o Pentecostes foi com uma flor linda que teve seu tempo para nascer, crescer e morrer, como tudo nessa vida tem o seu tempo certo. Assim como o trigo que tem que morrer para cumprir seu destino, gerar novas sementes ou ser alimento, assim foi aquele grupo tão amado, que produziu taaantas boas sementes, tãããão bons frutos que hoje se encontram espalhados em outras cidades, em outros grupos, e boa parte no Grupo de Oração Semeador.


Hoje Jesus me acordou novamente por volta das 6h e me fez refletir muito sobre o motivo maior que fez com que aquele grupo vivesse sua fase mais áurea: o compromisso que grande parte de seus servos tinha com o estudo da palavra.



O DIÁRIO ESPIRITUAL



Naquela época eu escutava muito a rádio Canção Nova para acompanhar os diversos acampamentos. Tinha tanta sede que nem me importava com os chiados da sintonia ruim. Em um certo acampamento escutei o testemunho de uma pessoa, não me lembro bem se foi o Pe. Jonas ou o Dunga, dizendo que tudo aquilo que era a Canção Nova se devia à prática do Diário Espiritual. Isso mesmo, TUDO!


Através do estudo da palavra, Jesus se comunicava com seus servos e mostrava onde jogar as redes. O diário, como o próprio nome já diz, era o compromisso de se estudar um capítulo bíblico a cada dia, refletindo sobre a mensagem de Deus para aquele dia. Lê-se a palavra várias vezes, tirando as promessas de Deus, as ordens de Deus e os princípios eternos, que são aquelas verdades que nunca irão mudar. Feito esse estágio, faz-se um momento de oração pessoal refletindo sobre a mensagem de Deus naquele dia e como colocar tudo em prática. A partir desse momento, busca-se passar para atos concretos tudo aquilo que Jesus ensinou em sua palavra.


Fiz a experiência no Pentecostes e aconteceu que o grupo que se reunia com um número aproximado de 30 pessoas em algum tempo passou a se reunir com médias de 50, 60, 70, 80, 90... chegando ao máximo de 110 pessoas, ou seja, quase quatro vezes mais!


Isso aconteceu porque as pessoas iam, saíam com o coração sedento e voltavam na outra reunião! Não somente isso: iam, voltavam e ainda levavam outras pessoas para conhecer a graça de Deus!!



PROJETO DIÁRIO ESPIRITUAL



Refletindo sobre isso tudo, eu gostaria de propor a você, servo do Grupo de Oração Semeador, não somente os artistas, mas todos os servos, que abraçássemos esse mesmo projeto em favor do grupo.


Não quero cometer o mesmo erro que cometi naquela época, obrigando as pessoas a fazer o diário. Isso tem que partir do coração de cada um, mas tem que ser algo compromissado!


Hoje temos no grupo um exemplo muito bonito, o da Cinthya, que há mais ou menos dois meses tem feito seu diário sem faltar um dia sequer e tem crescido muito na fé.


Se queremos ser santos, se queremos estar mais próximos de Deus, vivendo intensamente seu amor, sua presença em nossa vida é imprescindível que estejamos ligados a Ele, que o conheçamos da maneira como Ele é e que deseja que nós sejamos: frutos e reflexos do amor.


Eis que o próprio Senhor nos ensina o caminho:


"Filho meu, ouve as minhas palavras, inclina teu ouvido aos meus discursos. Que eles não se afastem dos teus olhos; conserva-os no íntimo do teu coração. Pois são vida para aqueles que os encontram, saúde para todo o corpo."


Prov 4, 20-22


Gostaria de saber de você, o que você pensa a respeito disso tudo.


Estamos vivendo um novo momento em nosso grupo, em nossas vidas. É necessário tomarmos atitudes que possam traduzir esse momento. É muito sábia uma frase de uma das músicas do Oficina G3 que diz que "o amor gera atitude"!


É por isso que te exorto nesse momento a tomar uma atitude bem concreta na sua fé. Não vou obrigar ninguém a fazer o compromisso de fazer o diário, porém, a partir do momento em que você fizer o compromisso, eu procurarei saber como está sua experiência e imagino que Jesus ficará muito triste se perceber que foi apenas fogo de palha a sua decisão.


Deixo a palavra com você. Como você já conhece o esquema do blog, aqui em baixo você pode deixar seu comentário, seu ponto de vista a respeito. Por favor, manifeste seu ponto de vista. Se tiver alguma dúvida, alguma dificuldade em deixar o comentário, peça ajuda a algum conhecido do Semeador e tenho certeza de que irá conseguir deixar seu comentário. Não deixe de se manifestar.


Deus nos abençoe sempre!


Márcio Pacheco
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Sejam muito bem vindos ao Grupo de Oração!!!


Agradecemos muito a Deus pela presença de vocês e pedimos que assim possa também ser nas próxima que virão! Estamos muito felizes por vocês terem vindo!

Deus vos abençoe cada vez mais!
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Santo do dia 18/09 - São José de Cupertino

José, chamado de Cupertino pela aldeia em que nasceu, na região da Apúlia, sul da Itália. Sua vida tem aspectos desconcertantes. O api era um simples carpinteiro, que mal conseguia sustentar a família. Viveu os primeiros meses de sua vida em um estábulo, porque o pai, endividado, teve de vender tudo. Era o ano de 1603. Com 17 anos, queria tornar-se frade, mas os franciscanos não o aceitaram porque era muito ignorante e rude de inteligência. E os capuchinhos, que o tinham aceito como irmão leigo, pouco depois lhe tiraram o hábito (foi o mesmo que lhe tirar a pele) por sua grande confusão mental.

Em lugar algum o queriam de volta, nem a sua própria mãe. Foi então que os franciscanos de Grotella finalmente lhe abriram as portas do seu convento, confiando-lhe os mais humildes serviços, como tomar conta de uma mula. José se autodefiniu: irmão burro e, não obstante isto, queria estudar para padre. Os novos superirores o admitiram entre os aspirantes ao sacerdócio, reconhecendo nele o grande pendor para a vida contemplativa, mas os estudos eram para ele um verdadeiro tormento. Aprendia pouco e com muita dificuldade, mas nos exames sempre saía-se bem. Sustentou o exame para o diaconato perante o próprio bispo e foi sorteado o único ponto que ele sabia: comentar ou fazer a exegese de um trecho evangélico.

José deu provas de especial inspiração divina que a todos maravilhou. A graça supria as falhas da natureza. Afinal foi ordenado sacerdote. Quase sem nenhum estudo teológico, tinha o dom da ciência infusa e era consultado por teólogos a respeito de questões delicadas e dava respostas sábias. Foi convocado certa vez pelo papa Urbano VIII e caiu em êxtase diante dele. Afinal, predisse o dia e lugar de sua morte, que ocorreu em Ósimo em 18-9-1663, quando tinha 60 anos.

(Cf PALACÍN S.J., Carlos; PISANESCHI, Nilo. Santo nosso de cada dia, rogai por nós!, São Paulo: Loyola, 1991)
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Santo do dia 14/09 - Exaltação da Santa Cruz

A Igreja universal celebra hoje a festa da Exaltação da Santa Cruz. É uma festa que se liga à dedicação de duas importantes basílicas construídas em Jerusalém por ordem de Constantino, filho de Santa Helena. Uma foi construída sobre o Monte do Gólgota, por isso se chama Basílica do Martyrium ou Ad Crucem. A outra foi construída no lugar em que Cristo Jesus foi sepultado e foi ressuscitado pelo poder de Deus, por isto é chamada Basílica Anástasis, ou seja, Basílica da Ressurreição. A dedicação destas duas basílicas remonta ao ano 335, quando a Santa Cruz foi exaltada ou apresentada aos fiéis. Encontrada por Santa Helena, foi roubada pelos persas e resgatada pelo imperador Heráclio. Segundo contam, o imperador levou a Santa Cruz às costas desde Tiberíades até Jerusalém, onde a entregou ao Patriarca Zacarias, no dia 3 de maio de 630. A partir daí a Festa da Exaltação da Santa Cruz passou a ser celebrada no Ocidente. Tal festividade lembra aos cristãos o triunfo de Jesus, vencedor da morte e ressuscitado pelo poder de Deus.

(Cf. ALVES, José Benedito. Os Santos de cada dia, São Paulo, Paulinas, 1998)

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Santo do dia 13/09 - São João Crisóstomo

São João Crisóstomo é certamente o mais conhecido dentre os Padres da Igreja grega. Nasceu em Antioquia por volta do ano 349. Após a morte de Antusa, sua mãe, retirou-se para o deserto, onde viveu seis anos, monasticamente. Os dois últimos anos ele os viveu numa caverna, na mais completa solidão. Em 386 foi ordenado sacerdote. Logo alcançou fama de grande pregador, cuja eloqüência lhe valeu o título de “Crisóstomo”, o que significa: “boca de ouro”. Mais tarde tornou-se patriarca de Constantinopla. Desenvolveu, então, uma pastoral sistematizada, com evangelização rural, criação de hospitais, procissões antiarianas, sermões “de fogo” com que incriminava e advertia os fiéis, chamando-os à conversão ... As intrigas políticas levaram-no várias vezes ao exílio, onde morreu. Era o dia 14 de setembro de 407. Somente em 438 os seus restos mortais foram transferidos de Comana no Ponto para Constantinopla. São João da Boca de Ouro deixou-nos vários escritos expondo a fé cristã e encorajando à vivência daquilo que Jesus ensinou.

(Cf. ALVES, José Benedito. Os Santos de cada dia, São Paulo, Paulinas, 1998)

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Santo do dia 12/09 - Bem-aventurada Maria Vitória Fornari

A Bem-aventurada Maria Vitória Fornari nasceu em Gênova, Itália, no ano 1562. Embora inclinada à vida religiosa desde pequena, casou-se muito jovem com um genovês chamado Strata. Teve a sorte de ter a seu lado um homem sensato, respeitador, compreensivo e temente a Deus. Tiveram seis filhos: quatro meninos e duas meninas. Todos abraçaram a vida consagrada. Aos 25 anos ficou viúva, passando, então, a viver a vida de recolhimento no mais completo despojamento de si. Entregou-se à oração e à penitência. Em 1604, fundou a Ordem das Anunciadas Celestes, consagrada ao culto e à imitação de Maria. Foi nomeada, então, a primeira superiora da ordem. Embora superiora dedicava-se aos serviços mais humildes e tudo fazia para o bem estar de sua comunidade. Morreu aos 55 anos de idade, 1617. (Cf. ALVES, José Benedito. Os Santos de cada dia, São Paulo, Paulinas, 1998)
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Santo do dia 09/09 - São Pedro Claver (Escravo dos escravos)


Pedro Claver, espanhol, filho de cam­poneses, decidiu ser padre aos 15 anos. As cartas dos missionários jesuí­tas entusiasmavam a Europa. Foi a Barcelona estudar e, quando cursava filosofia, pediu admissão na Com­panhia. Ingressou no noviciado em 1602 e, feitos os votos, foi a Maiorca completar os estudos. Lá ouviu do Ir. Afonso Rodrigues: “A tua missão é nas Índias... Ah! Caríssimo Pedro. Por que não vais também tu recolher lá o sangue de Jesus Cristo?”. Ofereceu-se! Com 30 anos chegava a Cartagena (Colômbia) em 1610. Entregou-se totalmente ao apostolado dos escravos que chegavam entulhados nos navios negreiros, ao ponto de uma escrava afirmar: “... era a defesa geral de todos os negros e negras”. Incompreendido até pelos próprios companheiros, livrou-se do desânimo procurando consolo na cruz. Esgotado e doente, morreu em 1654 com fama de santo. Canonizado por Leão XIII em 1888, declarado padroeiro das missões entre os negros em 1896.

Assim lhes falávamos, não com palavras mas com obras; e na verdade, estando eles persuadidos de que tinham sido trazidos para ali a fim de serem comidos, de nada teriam servido outros discursos. Sentamo-nos depois, ou ajoelhamos junto deles, lavamo-lhes os rostos e os corpos com vinho, procurando alegrá-los com carinho e fazer-lhes o que naturalmente se faz para levantar a moral dos doentes.

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Luz que liberta!


por Cinthya Cardoso


As pessoas impuras não terão herança no Reino de Deus. Se quisermos ter o Reino de Deus como herança, devemos ser puros, sendo sinceros, bondosos, amorosos, colhendo vários outros frutos do Espírito de Deus.


Todos nós somos fracos, e às vezes ficamos tristes e desistimos de tudo, ficamos “mortos” aos olhos de Deus. Temos sempre que pedir forças a Deus, Ele nos dará a Luz e nós levantaremos dentre os mortos, ganharemos uma nova Vida que Jesus renovou e restaurou.


Somos filhos muito amados de Deus, Ele não pede nada em troca desse Amor, mas nós temos o dever de retribuir. Temos que fazer a vontade d’Ele, fazer o que gostaria que fizéssemos.


Quando estamos nas trevas, Deus nos tira e dá-nos a Luz, até que nos tornemos luz. Então devemos ser verdadeiras luzes.


Não devemos ser impacientes se há algum imprevisto ou se acontece algo que não gostamos. Deus sempre tem um propósito. Ele sabe o que está fazendo. Tudo é para o nosso bem. Mas isto não significa que devemos desistir de nossos sonhos. Temos que ter fé e lutar por aquilo que queremos. Se for conforme a vontade de Deus tudo irá dar certo.


Não é nenhum vício que nos faz feliz. Ao invés das pessoas encherem a cara de bebida alcoólica, por exemplo, elas deveriam se encher do Espírito de Deus. Com o Espírito, elas ficarão muito mais felizes do que com qualquer outro vício.


Enfim, Cristo é a felicidade! Sem Cristo em nossas vidas, não há quem seja feliz de verdade. Deus é quem nos traz a felicidade, a esperança e a força para realizarmos nossos sonhos.


Mensagem: Colher apenas os frutos da Luz, que são os frutos do Espírito de Deus.


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Santo do dia 06/07 - São Zacarias


O nome Zacarias significa “o Senhor lembrou”. Zacarias foi um profeta do pós-exílio. Legou-nos o livro que traz o seu nome, cujas citações são freqüentes no Novo Testamento. Depois de Isaías, é o profeta mais citado pelos evangelistas. Exerceu o seu ministério profético por volta do ano 520 antes de Cristo, por ocasião da construção do Templo de Jerusalém. Sua nota característica é o messianismo. Zacarias anuncia uma grande esperança, tempos novos. E a reconstrução do Templo é o sinal de que este tempo de esperanças renovadas está chegando. O próprio Senhor Deus virá morar no meio de seu povo renovado. Os exilados serão reunidos, todos os povos adorarão o Senhor. Será um tempo de paz e de alegria e as injustiças serão eliminadas da face da terra.

(Cf. ALVES, José Benedito. Os Santos de cada dia, São Paulo, Paulinas, 1998)
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Pregação do dia 25/08/2007 - Da servidão à amizade com Jesus


Por: Joicy Rocha

“Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amo. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai. Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constitui para que vades e produzais fruto, e vosso fruto permaneça. Eu assim vos constitui, afim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros.” (Jo 15, 12 – 17)

Um dia, quando fui convidada para fazer parte do núcleo do Grupo de Oração Semeador, me peguei questionando porquê somos chamados servos de Jesus, se foi Ele, o próprio Jesus, que disse a seus discípulos: “Já não vos chamo servos, mas amigos.”

Parei então para refletir o contexto da palavra e me senti extremamente feliz quando pude entendê-la.

Quando Jesus disse isso a seus apóstolos eles já tinham passado por muita coisa com o Mestre: momentos de dificuldades, momentos felizes, momentos de ensinamentos...

Isto significa que somente depois de terem entregado toda sua servidão por Jesus é que os apóstolos puderam ser chamados amigos.

Estudando a Palavra podemos perceber que Jesus diz que só seremos verdadeiramente seus amigos se fizermos o que é da sua vontade, e no versículo 17, do capítulo 15 di Evangelho narrado por João, o Senhor nos diz qual é essa vontade: “ O que vos mando é que vos ameis uns aos outros.”

Então podemos dizer que para sermos amigos de Jesus devemos amar antes o nosso irmão, servi-lo e assim estaríamos servindo o próprio Deus.

Mesmo que muitas vezes nós não saibamos ser fiel a este Jesus, nosso amigo, nosso companheiro, Ele não nos abandona um momento algum.

Jesus nos diz o que é necessário para que sejamos amigos dele, mas em momento algum ele diz que não é nosso amigo, ao contrário, Ele sempre nos dá prova deste grande amor que tem por nós.

O nosso Senhor nos mostra tudo o que é necessário para que estejamos cada vez mais próximos dele. E hoje Ele vem nos fazer um convite: que entreguemos toda nosso vida em servidão à Ele pois assim estaremos conseguindo o mais precioso tesouro, a amizade daquele que mais nos ama: Jesus.


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Santo do dia 01/07 - Santo Egídio


Não se sabe ao certo quando viveu. Alguns historiadores acham que viveu no século VI e era contemporâneo de São Cesário de Arles. Outros, porém, situam-no no século VIII. A sua vida foi composta no século X. Segundo a lenda, Egídio vivia num bosque, longe da convivência humana. Era alimentado por uma corça, que Deus lhe enviara. A corça lhe fornecia leite diariamente. Um dia, entretanto, perseguida pelo rei que caçava na região, a corça procurou refúgio junto ao santo eremita. No afã da perseguição o rei não havia percebido a presença de Santo Egídio, que acabou sendo ferido no lugar do pobre animal perseguido. Em reparação do infeliz acidente, o rei tornou-se amigo do piedoso anacoreta, doando-lhe aquele(sítio. Surgiu ali uma grande abadia e prosperou uma ativa comunidade de monges, dos quais Santo Egídio tornou-se abade. Foi e continua sendo muito cultuado na França e na Holanda. É invocado contra a convulsão da febre, contra o medo e a loucura

(Cf. ALVES, José Benedito. Os Santos de cada dia, São Paulo, Paulinas, 1998)
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Cristo vive em nós?

por Márcio Pacheco



















Olá pessoal! Depois de um enorme jejum de postagem, impossibilitado por dificuldades no acesso à internet, estou de volta para refletirmos um pouco juntos a nossa vida espiritual...

Hoje pela manhã o Senhor me acordou e me fez levantar pouco depois das 6h. Meu coração estava inquieto e reconheci o chamado de Jesus para que eu orasse e conversasse com Ele.


Tão logo comecei a orar, Jesus foi me mostrando muitas coisas que estavam passando despercebidas na minha correria do dia a dia, em minha nova fase de vida: morando em uma cidade nova, exercendo um novo cargo em meu emprego que exige de mim muito mais responsabilidade, dificuldade em adequar meu novo tempo com minhas necessidades, principalmente em relação a tudo aquilo que Deus tem confiado a mim...

Jesus me chamava a retomar minha vida de oração, que há algum tempo andava meio apagada, sufocada em meu cansaço.


Após orar, me veio uma vontade enorme de estudar a Bíblia e, sem saber o porquê, decidi-me pelo livro dos Gálatas e, de repente, deparei-me com a seguinte passagem:

"Eu vivo, mas já não sou eu: é Cristo quem vive em mim".

Gal 2,20

Daí comecei a me questionar: será que Cristo tem realmente vivido em mim? Vivido nas pessoas que me cercam? Vivido nas pessoas do Grupo de Oração? Vivido em minha família? Vivido em meu emprego?

E nesse questionamento comecei a repensar a correria de minha vida. Nesse momento partilho com você e te faço a mesma pergunta que o Espírito Santo me questionou:

Cristo tem vivido em você?

Pare um pouco, reflita sobre como tem sido o seu posicionamento e as suas atitudes em relação às pessoas e aos diversos acontecimentos presentes em sua vida mais recente. Será que Jesus teria agido da mesma maneira com a qual você agiu?

Vou um pouco além, fazendo um diálogo com a música Amar como Jesus amou, do Pe. Zezinho. Você tem sido feliz? Essa música nos dá uma receita bem simples e básica para sermos felizes: vivermos da mesma maneira com que Jesus vivia, em todas as situações.

O meu desejo é que realmente possamos ter uma vida santa capaz de nos dar o direito de ter a mesma ousadia que o Apóstolo Paulo teve em dizer que era Cristo que vivia nele.

E não nos esqueçamos que apenas vivendo e buscando viver os ensinamentos de Jesus, seguindo seus exemplos, é que realmente poderemos ser chamados de cristãos, ou seja, "novos Cristos".

May God always bless us!
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Santo do dia 27/08 - Santo Agostinho


Nasceu em Tagaste, no ano de 354. Africano da Tunísia, era filho de pai pagão e de mãe cristã. Espírito irrequieto e sedento de verdade, incursionou por várias correntes filosóficas e seitas, até chegar ao cristianismo. Incursionou também pelos meandros da vida amorosa, e por muito tempo viveu em companhia de uma mulher e com ela teve um filho. Esta mulher anônima, que Santo Agostinho amava e por ela era amado, e da qual nem sequer nos legou o nome, retornou à África e certamente não foi menor em sua oblação. Agostinho converteu-se por volta do ano 387 e recebeu o batismo em Milão. Quem o batizou foi o célebre bispo Santo Ambrósio, que, juntamente com Santa Mônica, trabalhou pela sua conversão. Retornando à sua terra, levou vida ascética. Eleito bispo de Hipona, por trinta e quatro anos esteve à frente de seu povo, ensinando-o e combatendo as heresias. Além de Confissões, escreveu muitas outras obras. Constitui-se, assim, num dos mais profundos pensadores do mundo antigo. É por muitos considerado o pai do existencialismo cristão. Morreu em Hippo Regius, no dia 28 de agosto de 430.

Tarde te amei, beleza sempre antiga e sempre nova, tarde te amei. Estavas dentro de minha alma e eu, distraído, te buscava fora, deixando a beleza interior, corria atrás das belezas exteriores que Tu criaste.” (Confissões X)
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HISTÓRIAS DE FÉ - Os Toques de Deus

por Danilo Lopes


Às vezes, no caminhar de nossa existência, pelo fato de não vermos fisicamente a presença de Deus, em carne e osso, pensamos que Ele não pode nos tocar, e muitas vezes, até, questionamos a ação d’Ele em nossas vidas.

Porém o Senhor nos toca e nos mostra os sinais de sua presença a todo instante...

Na quinta-feira dessa semana, enquanto eu ia pra faculdade, fazendo o mesmo caminho diário, logo a minha frente, mais ou menos uns cinqüenta metros de distância, estava indo um homem, que apresentava ser de meia idade, e fumava um cigarro desses caseiros, feito com fumo e papelim trevo. Como ele estava na minha frente, a fumaça e o cheiro ruim do cigarro ficava tudo pra trás, e começou a me incomodar. Então eu pensei comigo mesmo: “A não tio, vamos parar né, ninguém merece esse cheiro ruim”.

E continue caminhando, cantando e rezando ao mesmo tempo, como de costume, e nem estava ligando mais pro cheiro do cigarro.

De repente eu percebo que o tal homem tira do bolso o pacotinho de fumo, rasga o saquinho, e joga tudo no chão. Fiquei só observando aquilo e logo pensei: “Será que ele está largando de fumar? Se for, Glória a Deus!”

Quando me aproximei do senhor, ele olhou pra mim, e sem me conhecer disse: “Parei de fumar, não vou mexer com isso mais não, esse trem fedido... Vou dar um jeito na minha vida!”

Nesse momento meu coração encheu de uma alegria tão grande, e de uma certeza de que Deus estava agindo naquele momento, na vida daquele homem, e que aquela decisão não tinha sido tomada por ele próprio, mas que era o próprio Espírito de Deus agindo, para que ele tomasse a decisão de parar de fumar.

Depois disso louvei a Deus por ter sido testemunha dessa graça e de Sua ação tão clara e concreta na vida daquele homem.

Às vezes, o que nos falta é passarmos a enxergar as coisas a nossa volta com o olhar da fé! O Senhor nos toca a todo instante e nos mostra claramente a Sua ação em nossas vidas, e muitas vezes não conseguimos ver...

E você, já percebeu o toque de Deus em sua vida hoje?

Que o Senhor nos abençoe sempre!

Louvado seja o Senhor Nosso Deus!!!

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A Existência de Deus

Questionavam, certa vez, sobre assuntos religiosos, um árabe e um ateu. Em dado momento o ateu, julgando que poderia confundir e perturbar o seu interlocutor, interrogou-o:
- Como podes crer na existência de Deus se não o vês?
O filho do deserto respondeu:
- Quando vejo na areia as pegadas de um leão, digo: "Passou por aqui um leão." Não vejo a fera, mas tenho certeza de sua existência como se a tivesse diante de meus olhos. Do mesmo modo, quando vejo impresso nas criaturas o selo de Deus, não vejo o Criador, mas tão certo estou de sua existência como se o visse. Não é o selo do homem ou do acaso que eu vejo no disco rutilante do sol ou na mais pequena flor da tamareira, mas o selo de uma potência, de uma sabedoria e de uma bondade infinitas, o selo de Deus; e por toda a parte o vejo como vejo a minha imagem diante de um espelho de admirável perfeição.
O incrédulo não soube o que responder, vencido pelas eloquentes palavras de seu antagonista.
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Virgem Santa Maria , Rainha.

Virgem Santa Maria , Rainha.
Instituída pelo Papa Pio XII celebramos hoje a Memória de Nossa Senhora Rainha, que visa louvar o Filho, pois já dizia o Cardeal Suenens: " Toda devoção a Maria termina em Jesus, tal como o rio se lança no mar ".
Paralela ao reconhecimento do Cristo Rei encontramos a realeza da Virgem a qual foi Assunta aos Céu! Mãe da Cabeça ,dos membros do Corpo místico e Mãe da Igreja; Nossa Senhora é aquele que do Céu reina sobre as Almas cristãs, a fim de que haja a salvação:
" Ë impossível que se perca quem se dirige com confiança a Maria e a quem Ela acolher" (Santo Anselmo).
Nossa Senhora Rainha desde a Encarnação do Filho de Deus, buscou participar dos Mistérios de sua vida, como discípula, porém sem nunca renunciar sua maternidade divina, por isso o Evangelista São Lucas a identifica entre os primeiros cristãos: " Maria, a mãe de Jesus"( Atos 1,14). Diante desta doce realidade de se ter uma Rainha no Céu que influencia a terra, podemos com toda a Igreja saudá-la : " Salve Rainha " e repetir com o Papa Pio XII que instituiu escreveu a carta encíclica À Rainha do Céu : "A Jesus por Maria. Não há outro caminho ".


Nossa Senhora Rainha...rogai por nós!
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Santo do dia 21/08 - São Pio X

Celebramos um Papa que mereceu ser reconhecido por santo, embora na humildade típica das almas abençoadas. José Sarto respondia àqueles que o chamava de santo: "Não santo, mas Sarto". De família muito simples e religiosa, o pequeno José, com muito esforço e sacrifício conseguiu – com o apoio dos pais – estudar e entrar para o Seminário.

Com sua permanente autodefinição: "um pobre vigário da roça", José Sarto percorreu com simplicidade o caminho que o Espírito Santo traçou da responsabilidade de vigário de uma pequena aldeia até o Papado. Tomando o nome de Pio X, chamava a atenção pela modéstia e pobreza que o possibilitava à vivência da sua idéia-força:

"Restaurar todas as coisas em Cristo".

Ocupado com a pastoral, São Pio X realizou reformas na liturgia, favoreceu a comunhão diária e a comunhão das crianças, sendo que no campo doutrinal rebateu por amor à Verdade o relativismo moderno. Sorridente, pai e pastor, São Pio X entrou no Céu com 79 anos, deixando para a Igreja o seu testemunho de pobreza, pois conta-se o fato, tomou dinheiro emprestado para comprar as passagens de ida e volta rumo ao conclave que o teria escolhido Papa, pois não acreditava num erro do Espírito Santo.


São Pio X, rogai por nós!
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Movimento Cultural Comunitário PJC - Festival de música

É com muita alegria hoje que venho fazer a postagem do resultado do Movimento Cultural Comunitário - Festival de Música, ocorrido ontem no Centro Comunitário Monsenhor Angelino. Com a Graça de Deus tivemos uma noite muito abençoada, animada e divertida, num encontro da família PJC, reunindo as comunidades de base e grupos de oração de jovens de nossa cidade e também de Araçu, numa bonita e alegre confraternização.
Gostaria então de parabenizar todos os que participaram e concorreram no festival pelo Grupo de Oração Semeador, que em todas as modalidades conseguiram premiação. Tivemos Rogério e Fernanda cantando "Abraço de Pai", do Walmir Alencar, na categoria Religiosa, conquistando o Primeiro lugar. Márcio e Anaíle cantando "Agnus Dei", na categoria Internacional, conquistando também o Primeiro Lugar. Márcia, na categoria Sertanejo e cantando "Romaria", conquistou o Segundo Lugar. E por último, Talita cantando "Encostar na Tua", de Ana Carolina, na categoria MPB, conquistou também o Segundo Lugar. Parabéns a todos!!!
Com esse resultado, podemos ver o quanto o nosso Grupo de Oração é agraciado em ter pessoas com esse dom tão bonito e especial, que é o dom da música, dom este que foi e é concedido pelo Senhor Nosso Deus... Que diante tudo isso nós possamos refletir sobre nossa entrega e doação ao serviço de Deus através desses dons... Nosso Senhor Jesus Cristo merece todo o louvor e adoração através da música e precisa de nós para que possamos anunciar o Seu Evangelho a todos que ainda não O conhecem.
Obrigado Senhor, por tudo!!!
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Pregação de Sábado (11/08) - A Misericórdia do Pai


No último sábado tivemos a oportunidade de escutar e refletir um pouco sobre a misericórdia de Deus Pai, que nos amou e nos ama tanto que entregou seu Filho Único para morrer em troca do perdão de todos os nossos pecados.

Segundo o dicionário, misericórdia "é a compaixão suscitada pela miséria, pela dor alheia". Analisando a origem da palavra, temos que misericórdia vem do latim, onde "miserum" é igual a miséria, e "cor" significa coração. Sendo assim, misericórdia é o encontro do coração de Deus com as nossas misérias, nossas fraquezas e nossas limitações. É a ação concreta do amor de Deus em nossas vidas, independente de nossos erros e nossos pecados.

A palavra do Senhor nos dá um grande exemplo da ação misericordiosa do Pai, no evangelho de São Lucas 15, 11-24:

"Um homem tinha dois filhos. O mais moço disse a seu pai: Meu pai, dá-me a parte da herança que me toca. O pai então repartiu entre eles os haveres. Pouco dias depois, ajuntando tudo o que lhe pertencia, partiu o filho mais moço para um país muito distante, e lá dissipou sua fortuna, vivendo dissolutamente. Depois de ter esbanjado tudo, sobreveio àquela região uma grande fome e ele começou a passar penúria. Foi pôr-se ao serviço de um dos habitantes daquela região, que o mandou para os seus campos para cuidar dos porcos. Desejava ele fartar-se das vagens que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. Entrou então em si e refletiu: Quantos empregados há na casa do meu pai que têm pão em abundância... e eu, aqui estou a morrer de fome! Levantar-me-ei e irei a meu pai, e dir-lhe-ei: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados. Levantou-se, pois, e foi ter com seu pai. Estava ainda longe, quando o seu pai o viu e, movido de compaixão, correu-lhe ao encontro, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. O filho disse, então: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai falou aos servos: Trazei-me depressa a melhor veste e vesti-la, e pondo-lhe um anel no dedo e calçado aos pés. Trazei também um novilho gordo e matai-o; comamos e façamos uma festa. Este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a festa".

Podemos analisar através da leitura três aspectos importantes para compreendermos a misericórdia de Deus. Em primeiro lugar, vemos que o filho se afastou do pai. Do mesmo modo acontece conosco quando caímos no pecado. Nos afastamos de Deus e até pensamos que Ele não está conosco...

Em segundo lugar, ao reconhecer a situação de miséria em que se encontrava, depois de ter gasto todo o dinheiro, o filho se lembra do pai e decide voltar e pedir perdão por ter se afastado... Para que a misericórdia de Deus aconteça em nossas vidas é necessário o nosso profundo e verdadeiro arrependimento. É imprescindível que reconheçamos os nossos erros, os nossos pecados, e peçamos o perdão a Deus.

E por último, vemos que quando o filho está voltando, o pai o avista ao longe. Com certeza o pai estava esperando pela volta do filho desde o dia em que partiu. Da mesma forma Deus Pai espera a nossa volta quando estamos no pecado. Ele nos olha a todo instante e nos espera de braços abertos para voltarmos a Ele e nos arrepender de todos os erros.

Na verdade o Senhor em momento algum nos condena pelos nossos pecados. Ele nos ama e nos perdoa sempre! Não é o nosso pecado que nos afasta do amor de Deus. Ele não nos deixa de amar hora nenhuma! O que nos afasta de Deus e impede que a misericórdia d’Ele se realize em nossa vida são as máscaras que colocamos em nós mesmos, escondendo o que realmente somos. Pe. Léo dizia que o que nos afasta de Deus não é o pecado, mas sim nossas máscaras. Quantas vezes fomos realmente verdadeiros com Deus e mostramos tudo aquilo que somos, todas as nossas fraquezas, nossas limitações, nossas misérias?! Até quando vamos nos esconder d’Aquele que nos conhece por inteiro, que sabe tudo sobre nós?!

Irmãos, o Senhor nos chama hoje a escancararmos as portas do nosso coração e deixar que Sua graça se realize em nossas vidas. Que nós possamos nos humilhar diante os Seus pés e reconhecer que sem Ele não somos nada, que somos totalmente dependentes do Seu amor, e que só Ele é capaz de mudar aquilo que não é perfeito em nós. Só assim teremos um verdadeiro e profundo encontro com sua infinita misericórdia.

Louvado Seja o Senhor nosso Deus!

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Morte ou Adormecer da Bem Aventurada Virgem Maria?

Ontem dia 15/08 foi o dia da Assunção de Nossa Senhora aos Céus, para compreender melhor essa verdade de fé da nossa Igreja postarei abaixo um artigo do Pe. Carlos de Melo (Canção Nova - Jerusalem) aprofundando sobre o tema:


Por que negar à Virgem Maria a alegria da Ressurreição?

O que significa afirmar que a Mãe de Jesus não morreu, mas sim adormeceu? O que significa falar do adormecer e não de morte? Na linguagem do Novo Testamento e da Liturgia da Igreja os dois termos são equivalentes.

No caso de Lázaro, irmão de Marta e Maria, Jesus fala que ele dormia e que o iria despertar: “Jesus, entretanto, falara da sua morte, mas eles pensavam que falasse do sono como tal” (Cf Jo 11,1-44).Do mesmo modo Jesus fala que a filha de Jairo, que era morta, dormia: Ele entrou e disse-lhes: Por que todo esse barulho e esses choros? A menina não morreu. Ela está dormindo (Cf Mc 5,38-39).

Na Oração Eucarística I ou Cânone Romano a Igreja reza:

Lembrai-vos, Senhor, dos vossos servos e servas N e N, que partiram antes de nós marcados com o sinal da fé e agora dormem o sono da paz. Eu acho que o Adormecer da Bem Aventurada Virgem Maria deve ser entendido no sentido daquela conclusão biológica de sua vida, ou seja, da morte natural como àquela que cada um de nós há de experimentar.

A Constituição Dogmática Lumen Gentium ao número 59 afirma:

“Finalmente, a Virgem Imaculada, preservada imune de toda a mancha da culpa original terminado o curso da vida terrena, foi elevada ao céu em corpo e alma e exaltada por Deus como rainha, para assim se conformar mais plenamente com seu Filho, Senhor dos senhores (cf. Apoc. 19,16) e vencedor do pecado e da morte”.

Em base a quanto diz o texto apenas citado, que faz referência ao privilégio da Virgem Maria de ser Imaculada isto é, sem ser abrangida pela culpa de Adão e Eva, o pecado original, e em base a quanto diz São Paulo: “o salário do pecado é a morte” (Cf Rm 6,23), se prefere falar do Adormecer e não de morte da Mãe de Jesus, como se a morte corporal dela prejudicasse em alguma coisa a sua dignidade de ser Mãe de Deus.

É bastante evidente que a morte como conseqüência do pecado não é a morte biológica, mas aquela definitiva, a morte eterna, o ser privado da contemplação da Face de Deus e da comunhão com Ele. O Prefácio da solenidade da Assunção da Virgem Maria canta: “Vós não quisestes que sofresse a corrupção do túmulo aquela que gerou e deu à luz o autor da vida, vosso Filho feito homem”. Afirmar que a Virgem Maria morreu não diminui em nada a Sua dignidade, mas acentua ainda mais a Obra principal de Seu Filho que é a Ressurreição e a glorificação dos corpos. Ela também teve a alegria de participar da vitória de Seu Filho sobre a morte morrendo Ela mesma e ressuscitando pela força do Filho que Ela gerou em seu ventre.

Enfim, duas tradições narram da existência do túmulo da Virgem Maria, uma em Jerusalém no Vale do Cedron e outra em Efeso. A eloqüência do Patriarca Juvenal em 451 persuadiu o imperador Marciano de que a pretensão de Jerusalém de possuir o Túmulo da Bem Aventurada era mais fundada daquela de Efeso. Naturalmente, o túmulo serve para colocar o corpo de uma pessoa morta e não de uma que dorme.

Hoje, como nos séculos passados, grande é a veneração dos cristãos pelo túmulo da Virgem Maria. Sem medo algum, creio que podemos afirmar que a Virgem Maria morreu, Jesus Cristo A ressuscitou e foi levada pelos anjos ao céu com o seu corpo e a sua alma, onde está na comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo e intercede por nós, seus filhos.

Afinal, por que negar à Virgem Maria a alegria de ter participado da força de Seu Filho que faz novas todas as coisa?

Pe Carlos de Melo,

Jerusalém - Israel

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