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30/08 - Autoridade Que é Dom





Muito bom dia, meus queridos!

Não podemos iniciar nossa reflexão sem antes relembrar um trecho da leitura da Carta de São Paulo aos Tessalonicenses (1Ts 5,1-6.9-11):

  5Todos vós sois filhos da luz e filhos do dia. Não somos da noite, nem das trevas. 6Portanto, não durmamos, como os outros, mas sejamos vigilantes e sóbrios."


Devemos estar atentos às nossas ações de um modo ainda mais cauteloso do que podemos estar sendo atualmente. Somos, como acabamos de ler, filhos da luz. Ora, sendo filhos da luz, quem pode implantar em nós a escuridão? Nosso coração é terreno fértil pelo simples fato de ter sido preparado pelo próprio Pai antes mesmo do primeiro choro, anunciador da vida que se iniciou. Nos abramos à vontade, ao desejo do Pai de que sejamos luz, simplesmente.

A autoridade de Jesus despertava a atenção e a curiosidade daqueles que O observavam e procuravam. Jesus não agia com autoridade oriunda de si mesmo. Jesus agia conforme aquilo que o Pai o havia instruído. Não agia desta forma para chamar a atenção, mas o fazia por amor, mais puro amor. A autoridade de Jesus se opunha à autoridade dos opressores daquela época e se opõe aos atuais opressores. O desejo de Jesus é transformar opressão em liberdade e felicidade e, com maestria, Jesus cumpria com esta missão, e cumpre. 

Agir com a autoridade que o Pai lhe havia confiado causava as mais adversas reações àqueles que acompanhavam, quase sempre com espanto, a caminhada de Jesus. Quem não se surpreenderia ao ver um coxo se levantar e sair pulando ao chamado de um homem de origem humilde e acompanhado por pescadores, prostitutas, cobradores de impostos e mendigos? Tal espanto/preconceito é narrado de um modo muito claro em Jo 1, 46: "(...)De Nazaré pode sair coisa boa?", dizia Natanael a respeito de Jesus, o Nazareno. Numa comparação um tanto grotesca, é como se, hoje, Jesus caminhasse, partindo da periferia de uma grande cidade (ou de um pequeno distrito no interior) acompanhado por aqueles que costumam receber diariamente o nosso desprezo como recompensa por qualquer atividade.

Meus queridos, que fique claro que a autoridade espiritual não é, e nem pode ser confundida com autoritarismo. O Senhor não nos obriga a nada. O Senhor convida. Nós podemos, sim, agir com autoridade, autoridade divina, desde que, abertos ao chamado de Jesus, façamos aquilo que ele propõe, e de coração aberto. Queremos testemunhar milagres, maravilhas? Então façamos com que a vontade de Deus se realize em nós, nos presenteando com a autoridade, sendo radicais, sendo santos!

Caloroso abraço virtual!


Heitor A. Pereira

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