BOM DIA

BOM DIA meus amigos!

Que a paz do Senhor possa estar sempre com vocês.
Pelo Evangelho de hoje podemos perceber
o quanto Deus fica feliz quando praticamos o bem
ao nosso irmão. E uma das formas de se praticar
o bem é sempre trazer uma palavra de conforto
àquele irmão que tanto necessita.
Muitas vezes, um bom dia carinhoso, como
este que todos os dias eu vos dou, pode transformar
o dia de uma pessoa.
Então passe adiante.
Deseje que o Senhor esteja a cada dia mais presente
na vida de seu irmão.

Fiquem com Deus.
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Evangelho do Dia - Marcos 12,28b-34


— O Senhor esteja conosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 28um mestre da Lei aproximou-se de Jesus e perguntou-lhe: “Qual é o primeiro de todos os mandamentos?” 29Jesus respondeu: “O primeiro é este: Ouve, ó Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor. 30Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! 31O segundo mandamento é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo! Não existe outro mandamento maior do que estes”. 32O mestre da Lei disse a Jesus: “Muito bem, Mestre! Na verdade, é como disseste: Ele é o único Deus e não existe outro além dele. 33Amá-lo de todo o coração, de toda a mente, e com toda a força, e amar o próximo como a si mesmo é melhor do que todos os holocaustos e sacrifícios”. 34Jesus viu que ele tinha respondido com inteligência, e disse: “Tu não estás longe do Reino de Deus”. E ninguém mais tinha coragem de fazer perguntas a Jesus.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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O Maior de Todos Mandamentos

   
Muito bom dia, meus amigos e irmãos em Cristo!
  
Interessante como Jesus era constantemente questionado a respeito de temas doutrinários, né? E geralmente quem aparece fazendo esses questionamentos são, justamente, aqueles que se diziam doutores em assuntos religiosos... Não podemos afirmar que era esse o caso de hoje.
  
Ainda há pouco eu fazia minha caminhada matinal (é... estou tentando perder um pouco das minhas reservas energéticas para sair melhor nas fotos do casamento que se aproxima...) e refletia em meu coração sobre a passagem de hoje... o maior de todos os mandamentos...
   
Jesus, sabiamente, responde que o maior é amar a Deus acima de todas as coisas e que o segundo, e não menor que este, é amar o próximo como a nós mesmos...
  
Em minha caminhada, o Espírito Santo me fez recordar de que muitas vezes escutei minha mãe dizer que se quisessem agradá-la era só fazer o bem a algum de seus filhos. Aliás, muitas vezes ela dizia que isso a agradaria bem mais do que se fizesse o bem para ela própria! É a grandeza do amor criador que faz com que isso seja capaz de acontecer...
  
Então fica fácil de entender o porquê de Jesus equalizar, de certa maneira, os dois maiores mandamentos. Se nós que somos tão pecadores, individualistas e egoístas nos alegramos tanto quando fazem o bem a alguém que nós amamos, imagine então Deus nessa situação! Deve ficar com aquele sorrisão e todo orgulhoso de seus filhos se amando e fazendo o bem uns para os outros.
  
A corrente do amor nos faz enxergar Deus em cada uma das pessoas que encontramos pelo caminho e mais atuante se torna a ação de Deus em nós se nos deixamos guiar pelo Espírito Santo, a favor de ações de amor.
  
É momento de refletirmos nossos atos acerca de nossos gestos de amor. Aliás, é necessário primeiro analisarmos se estamos realmente nos deixando ser guiados pela essência de Deus. É necessário que nos anulemos cada vez mais em favor do próximo e creio ser esse o termômetro espiritual eficaz para nós. Quando mais individualistas formos, mais distante de Deus estaremos. Sabemos muito bem que não se vai para o céu sozinho! É necessário sempre estarmos de mãos dadas, numa corrente de amor e ajuda ao próximo!
  
Todos nós precisamos de algum tipo de ajuda. Engana-se quem se acha auto-suficiente em tudo... não o somos e nunca seremos!
  
Que o verdadeiro amor possa unir cada vez mais nossas mãos e guiar nossos passos.
  
Grande abraço fraternal.
  
 
Márcio Gomes Pacheco
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BOM DIA

BOM DIA meus amigos!!

Deus em sua grandiosidade
nos ama incondicionalmente.
A sua bondade reflete-se em nossos olhos
e em nossas vidas todos os dias.
Peçamos perdão, misericórdia, proteção e sabedoria sempre...
e acima de tudo saibamos agradecer por isso e
por tudo que Ele nos dá todos os dias.
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Evangelho do Dia - Marcos 12,18-2

— O Senhor esteja conosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 18vieram ter com Jesus alguns saduceus, os quais afirmam que não existe ressurreição e lhe propuseram este caso: 19“Mestre, Moisés deu-nos esta prescrição: Se morrer o irmão de alguém e deixar a esposa sem filhos, o irmão desse homem deve casar-se com a viúva, a fim de garantir a descendência de seu irmão”.
20Ora, havia sete irmãos: o mais velho casou-se e morreu sem deixar descendência. 21O segundo casou-se com a viúva e morreu sem deixar descendência. E a mesma coisa aconteceu com o terceiro. 22E nenhum dos sete deixou descendência. Por último, morreu também a mulher. 23Na ressurreição, quando eles ressuscitarem, de quem será ela mulher? Porque os sete se casaram com ela!”
24Jesus respondeu: “Acaso, vós não estais enganados, por não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus? 25Com efeito, quando os mortos ressuscitarem, os homens e as mulheres não se casarão, pois serão como os anjos do céu. 26Quanto ao fato da ressurreição dos mortos, não lestes, no livro de Moisés, na passagem da sarça ardente, como Deus lhe falou: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’? 27Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos! Vós estais muito enganados”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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Ressurreição X Encarnação: Seremos Como Anjos!


 
Muito bom dia, meus amigos!
 
Muito interessante a passagem de hoje, não acham?
 
Muitas pessoas vivem um enorme conflito a respeito do que acontecerá depois que morrermos. Quantas discussões acerca do conflito ressurreição X reencarnação. Quantas pessoas que se dizem cristãs e que acabam sendo simpatizantes de ideologias que se opõem completamente ao sacrifício da cruz.
 

Através dos escritos bíblicos temos conhecimentos de alguns relatos de pessoas que conheceram a morte e voltaram dela:
  • Elias ressuscitou o filho da mulher de Sarepta (1 Reis 17:17-24)
  • Eliseu ressuscitou o filho da mulher Sunamita (2 Reis 4:18-37)
  • Um homem morto ressuscitou após o corpo dele tocar nos ossos de Eliseu (2 Reis 13:21)
  • Jesus ressuscitou o filho da viúva de Naim (Luc 7:11-15)
  • Jesus ressuscitou a filha de Jairo (Luc 7: 41, 42, 49-55)
  • Jesus ressuscitou Lázaro (João 11:1-44)
  • Jesus ressuscitou Mat. (28:5-8; Marcos 16:6; Lucas 24:5, 6)
  • Pedro ressuscitou Dorcas (Atos 9:36-41)
  • Paulo ressuscitou Êutico (Atos 20:9-10)
 
Além dessas passagens, temos ainda no livro do profeta Isaías a seguinte passagem:
  

"Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos."
Isaías 26:19

 
Porém, mais importante do que isso tudo que até agora nos foi apresentado é que, se realmente existir reencarnação, de nada adiantou o sacrifício da cruz feito por Jesus: Ele morreu para nos salvar da condenação do pecado original e deu sua vida em troca da nossa! Fez isso para pagar a dívida de toda humanidade e nos libertar, de uma vez por todas, do peso de nossos pecados. Sendo assim, não há motivo algum para ficarmos "voltando inúmeras vidas" para pagar pelos erros que cometemos em vidas passadas.
  
Jesus nos aponta uma pista de como será nossa existência após a morte: os justos serão como anjos, portanto, seres espirituais que adorarão o Senhor diante de seu trono, como podemos ver no seguinte trecho do livro do Apocalipse de São João:
 
Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão,  e bradavam em alta voz: A salvação é obra de nosso Deus, que está assentado no trono, e do Cordeiro.
Apocalipse 7,9-10
 

Portanto, meus amigos, a grande graça para o dia de hoje é a certeza de que o nosso futuro é, certamente, o céu! Estaremos diante do trono do Senhor, adorando-O em um louvor eterno.
 

Como cristãos verdadeiros, devemos conhecer muito bem os nossos dogmas, principalmente o que Jesus dizia a respeito de certos temas polêmicos, como esse debatido no evangelho de hoje. Isso não significa que temos que criar brigas e enormes discussões a respeito disso, quando formos intercalados. É necessário conhecermos sobre o assunto e sabermos argumentar. Porém, quem convence é o Espírito Santo.
 
Que o próprio Espírito Santo possa nos ensinar sobre os vários mistérios do reino de Deus.
  Grande abraço fraternal.
 

Márcio Gomes Pacheco
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Dai a César o que é de César-parte 2

Para complementar a reflexão sobre o evangelho de hoje, pode-se perceber que Jesus apesar de saber que o povo hebreu esperava um Messias que fosse um libertador político não usou isto a seu proveito ou até mesmo como uma oportunidade de fazer sua mensagem ser mais aceita. Jesus cumpriu sua missão sem ceder às tentações do poder e da vaidade humana...

Isto nos traz uma mensagem clara: apesar de existirem formas diferentes de se levar a mensagem do evangelho, Jesus escolheu aquela que já havia sido preparada pela Santíssima Trindade. Isto nos leva à uma reflexão sobre os critérios para se fazer o bem: quais as condições para que nossas atitudes sejam consideradas moralmente boas? Qual o critério correto, já que existem muitas formas diferentes de se alcançar um mesmo objetivo bom?

Segundo a Igreja Católica uma ação para ser moralmente boa, não basta apenas ter uma boa intenção na sua origem e também não basta alcançar um resultado que seja benéfico às outras pessoas. É bem diferente do que Maquiavel propôs: “Os fins justificam os meios”; e bem diferente do que vemos muitas pessoas falaram sobre sua aceitação de políticos corruptos: “Rouba mas faz”.

Para nós cristãos uma atitude só é aceita como moralmente boa mediante três critérios:

  1. O objeto escolhido – ou seja, a atitude tomada racionalmente;
  2. A intenção, ou fim desejado;
  3. As circunstâncias, incluindo as conseqüências da ação tomada.

Por exemplo, um serviço prestado tem por fim ajudar o próximo, mas pode ser inspirado, ao mesmo tempo, pelo amor de Deus como fim último de todas as ações ou pode ter várias intenções, como prestar um serviço para obter um favor ou para satisfazer a vaidade.(CIC 1752)

Uma intenção boa (por exemplo: ajudar o próximo) não torna bom nem justo um comportamento em si mesmo desordenado (como a mentira e a maledicência). O fim não justifica os meios. Assim, não se pode justificar a condenação dum inocente como meio legítimo para salvar o povo. Pelo contrário, uma intenção má acrescentada (por exemplo, a vanglória – contar vantagem) torna mau um ato que, em si, pode ser bom como a esmola (CIC 1753).

As circunstâncias – incluindo as conseqüências - contribuem para agravar ou atenuar a bondade ou malícia moral dos atos humanos. Podem também diminuir ou aumentar a responsabilidade do agente (por exemplo, agir por medo da morte). As circunstâncias não podem, por si mesmas, modificar a qualidade moral dos próprios atos; não podem tornar boa nem justa uma ação má em si mesma (CIC 1754).

Enfim, pode-se perceber que não adianta apenas querer fazer o bem (intenção), e não basta apenas ter uma atitude boa (objeto) porque as circunstâncias influenciam na qualidade moral da sua ação. Outro exemplo, um político ajuda uma família necessitada e depois lhes exigem que votem nele. Sua ação foi boa, mas suas intenções eram interesseiras, assim ele não praticou uma boa ação.

Um exemplo mais extremo: em nome da vontade da mãe se realizar um aborto. A intenção é o “bem” da mãe – coloco bem entre aspas, porque essa afirmação é discutível – o objeto, ou atitude é matar o feto e retirá-lo do útero da mãe (realizar um aborto) e as circunstâncias podem ser muitas, como uma mãe adolescente, ou uma mãe que foi agredida, ou uma mãe que simplesmente não quer o filho. A intenção pode até ser considerada boa; mas a atitude é intrinsecamente má porque envolve um assassinato, então mesmo que as circunstâncias possam ser atenuantes – como por exemplo o filho ser resultado de um estupro – como visto anteriormente estas circunstâncias não transformam este ato moralmente mau em um ato bom...

Temos que refletir sobre isso. Porque nossas atitudes - quando vivemos em sociedade - é a maneira que temos de fazer política e de ser cristãos.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

Rafael Simões

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Evangelho - Marcos 12,13-17

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. 14Quando chegaram, disseram a Jesus: “Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?”
15Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu: “Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja”. 16Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: “De quem é a figura e a inscrição que estão nessa moeda?” Eles responderam: “De César”. 17Então Jesus disse: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. E eles ficaram admirados com Jesus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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Dai a César o que é de César

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O Evangelho de hoje termina com uma daquelas frases lapidárias de Jesus, que deixaram uma marca profunda na história e na linguagem humanas:

"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus".
Não é mais "ou César ou Deus", e sim um e outro, cada um no seu lugar. É o começo da separação entre religião e política, até então inseparáveis em todos os povos e regimes. Os hebreus estavam acostumados a conceber o futuro reino de Deus instaurado pelo Messias como uma «teocracia», isto é, como um governo dirigido por Deus em toda a terra através do seu povo. Agora, no entanto, a palavra de Cristo revela um reino de Deus que «está» no mundo, mas que não «é» do mundo, que caminha numa longitude de onda diferente e que, por isso, coexiste com qualquer outro regime, seja de tipo sacro ou «leigo».

 
Revelam-se, assim, dois tipos qualitativamente diferentes de soberania de Deus no mundo: a «soberania espiritual», que constitui o reino de Deus e que Ele exerce diretamente em Cristo, e a «soberania temporal» ou política, que Deus exerce indiretamente, confiando-a à livre escolha das pessoas e às causas segundas.
 
César e Deus, no entanto, não estão no mesmo nível, porque César também depende de Deus e deve prestar-lhe contas. «Dai a César o que é de César» significa, portanto: 'Dai a César o que o próprio Deus quer’ que seja dado a César. Deus é o soberano de todos, incluído César. Não estamos divididos entre duas pertenças, não estamos obrigados a servir «dois senhores». O cristão é livre para obedecer o Estado, mas também para resistir ao Estado quando este se coloca contra Deus e contra a sua lei. Neste caso, não vale invocar o princípio da ordem recebida dos superiores, como costumam fazer diante dos tribunais dos responsáveis de crimes de guerra. Antes de que aos homens, é preciso obedecer a Deus e à própria consciência.
 
O primeiro em tirar conclusões práticas deste ensinamento de Cristo foi São Paulo. Ele escreveu:
"Submetam-se todos às autoridades constituídas, pois não há autoridade que não provenha de Deus, e as que existem, por Deus foram constituídas. De modo que, quem se opõe à autoridade, se rebela contra a ordem divina... Por isso precisamente pagais os impostos, porque são funcionários de Deus, ocupados assiduamente nesse ofício"
(Rm 13, 1ss.)
Pagar lealmente os impostos para um cristão (também para toda pessoa honrada) é um dever de justiça e, portanto, um dever de consciência.
 
Garantindo a ordem, o comércio e todos os demais serviços, o Estado dá ao cidadão algo pelo qual tem direito a uma contrapartida, precisamente para poder continuar prestando estes serviços.
 
A evasão fiscal, quando alcança certas proporções – recorda o Catecismo da Igreja Católica – é um pecado mortal, similar ao de qualquer roubo grave. É um roubo feito não ao «Estado», ou seja, a ninguém, mas à comunidade, ou seja, a todos. Isso supõe naturalmente que também o Estado seja justo e equitativo quando impõe as taxas.
 
A colaboração dos cristãos na construção de uma sociedade justa e pacífica não se reduz a pagar os impostos; deve estender-se também à promoção de valores comuns, como a família, a defesa da vida, a solidariedade com os mais pobres, a paz. Há também outro âmbito no qual os cristãos deveriam dar uma contribuição maior à política. Não tem tanto a ver com os conteúdos, mas com os métodos, o estilo. É necessário mudar o clima de luta permanente, procurar maior respeito, compostura e dignidade nas relações entre partidos. Respeito ao próximo, moderação, capacidade de autocrítica: são traços que um discípulo de Cristo deve levar a todas as coisas, também à política. É indigno de um cristão abandonar-se a insultos, sarcasmo, rebaixar-se a brigas com os adversários. Se, como dizia Jesus, quem chama o irmão de «estúpido» já é réu da Geena, que será de muitos políticos?
 

Autor: Fr. Raniero Cantalamessa (modificado)

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BOM DIA

BOM DIA meus amigos!!
Gostaria de hoje lhes dizerque Deus está pensando muito em nós...
e que está ouvindo as nossas preces...
Ele nao nos deixará cair e nao deixará que nenhum mal nos aconteça..

Graças a nosso Deus por sua bondade, seu amor e sua misericórdia.
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Evangelho do Dia - Marcos 12,1-12

— O Senhor esteja conosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus começou a falar aos sumos sacerdotes, mestres da Lei e anciãos, usando parábolas: “Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fez um lagar e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou a vinha a alguns agricultores, e viajou para longe. 2Na época da colheita, ele mandou um empregado aos agricultores para receber a sua parte dos frutos da vinha.
3Mas os agricultores pegaram no empregado, bateram nele, e o mandaram de volta sem nada. 4Então o dono da vinha mandou de novo mais um empregado. Os agricultores bateram na cabeça dele e o insultaram. 5Então o dono mandou ainda mais outro, e eles o mataram. Trataram da mesma maneira muitos outros, batendo em uns e matando outros. 6Restava-lhe ainda alguém: seu filho querido. Por último, ele mandou o filho até aos agricultores, pensando: ‘Eles respeitarão meu filho’. 7Mas aqueles agricultores disseram uns aos outros: ‘Esse é o herdeiro. Vamos matá-lo, e a herança será nossa. 8Então agarraram o filho, o mataram, e o jogaram fora da vinha. 9Que fará o dono da vinha? Ele virá, destruirá os agricultores, e entregará a vinha a outros. 10Por acaso, não lestes na Escritura: ‘A pedra que os construtores deixaram de lado, tornou-se a pedra mais importante; 11isso foi feito pelo Senhor e é admirável aos nossos olhos’?”
12Então os chefes dos judeus procuraram prender Jesus, pois compreenderam que havia contado a parábola para eles. Porém, ficaram com medo da multidão e, por isso, deixaram Jesus e foram-se embora.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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A Pedra Angular: Jesus!!!

 

Bom dia queridos irmãos!

Sentimos o maior prazer em estar com vocês mais um dia de segunda para refletirmos as palavras de nosso Deus e iniciarmos nossa semana. Agradeçamos a Deus pelo dom da vida neste dia!
 
Jesus usa de suas palavras hoje para comparar o acontecimento daquela vinha com sua própria vida. Deus em seu imenso amor e carinho por nós, nos deu seu único filho para que pudéssemos recebê-lo bem, e, como a vinha entregue aos vinhateiros, que pudéssemos cuidar de Jesus como o bem mais precioso. Imaginem a disposição do Senhor Deus em nos entregar de presente aquele predestinado para  nos salvar para nos curar, para nos amar e, no entanto, tantas coisas aconteceram ao desagrado do Pai, que continuou nos amando. 
  
Na plantação daquelas vinhas, o homem dono da terra preparou tudo com amor, atenção, responsabilidade e cuidado, para que tudo que fosse produzido fossem frutos de boa qualidade. Desse mesmo modo o Pai cuidou para que Jesus viesse no nosso meio. Ele reservou a mulher mais pura que existia para ser sua mãe e ainda um Pai que o pudesse amar. O Senhor Deus abençoou o seio da Família de Nazaré com Maria, santa, singela e crente em Deus e, com José, homem temente ao Senhor que soube honrá-lo em todos os momentos. 
   
No entanto nós O rejeitamos desde o seu nascimento. Jesus foi perseguido, excluído, apontado como culpado e morto na humilhação da cruz. Jesus foi abandonado pelos seus conterrâneos e sofreu, padecendo até a tristeza da solidão quando orou ao Pai. Assim como aqueles vinhateiros o povo de Israel foi tomado pela ira, pela falta de abertura do coração, pela ausência da sabedoria Divina. Isso os cegou de tal forma que não viram e nem perceberam que o Senhor é quem nos ama e que veio somente para demonstrar-nos isso. 
  
Apesar de todas as adversidades, o Senhor tornou-se a pedra angular, a base, o porto seguro, o refúgio certo, como sempre foi. Mas o Senhor voltou triunfante com o Deus verdadeiro, fazendo acontecer a obra do Senhor nosso Pai. Por isso, peçamos perdão ao Senhor por todas as vezes que agimos como aqueles vinhateiros, e com nosso coração vazio de Deus e cheio do mundo O deixamos em segundo plano. Clamemos a misericórdia de Deus, para que não aconteça conosco o que porventura acontecera com os vinhateiros, que talvez foram exterminados.

"Senhor venha em nosso socorro e tenha compaixão de nossas faltas. Que saibamos reconhecer Sua presença, que tenhamos a sabedoria de te clamar todos os dias pra viver conosco no nosso dia. Senhor, queremos te receber no coração como nosso Senhor neste dia. Queremos implorar pra que fique conosco e tenha a misericórdia de limpar nosso coração de toda fraqueza e miséria com teu Espírito Santo. Amém"

Klênia e Marcos.
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