Evangelho do dia - Marcos 12, 28-44

— O Senhor esteja conosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 38Jesus dizia, no seu ensinamento a uma grande multidão: “Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com roupas vistosas, de ser cumprimentados nas praças públicas; 39gostam das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes. 40Eles devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação”.
41Jesus estava sentado no Templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão depositava suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias.
42Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas, que não valiam quase nada.
43Jesus chamou os discípulos e disse: “Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que ofereceram esmolas. 44Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver”.
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Ofertar o Nosso Coração!



Bom dia meus queridos irmãos!

O evangelho de hoje vem, mais uma vez, nos questionar quanto a nossa postura, para com nossos irmão. Vem nos indagar sobre a “fração” que temos compartilhado com o próximo.

A palavra nos fala da hipocrisia dos escribas. Estes gostavam de andar com roupas compridas e ser reconhecido socialmente enquanto devoravam os bens das viúvas. A palavra também vem nos falar da oferta de uma viúva. Apesar de sua pobreza doava muito em meio ao que tinha.

A conduta que agradava a Deus era apenas a da viúva e não dos escribas. Estes não doavam de coração, mas apenas para ser reconhecidos pelas outras pessoas. E todo aquele que quiser receber sua recompensa diante dos homens não a receberá de Deus.

Já a viúva representa as pessoas mais carentes financeiramente e desprotegidas por estar sozinha. Esta doava menos que os escribas, mas doava o máximo possível e com generosidade.

Será que em nosso dia a dia estamos sendo a “viúva” ou um “escriba hipócrita”? Estamos doando com o objetivo de ajudar ao próximo ou estamos apenas querendo ser reconhecidos na sociedade?

Devemos nos lembrar que podemos doar aos outros não apenas bens materiais, mas afeto, carinho e atenção. Mesmo que tenhamos apenas duas pequenas moedas para oferecer.

Maria Tereza Bosco

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Evangelho do dia - Lucas 16, 9-15

— O Senhor esteja conosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 9“Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas. 10Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas grandes. 11Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem? 12E se não sois fiéis no que é dos outros, quem vos dará aquilo que é vosso? 13Ninguém pode servir a dois senhores: porque ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro”. 14Os fariseus, que eram amigos do dinheiro, ouviam tudo isso e riam de Jesus. 15Então Jesus lhes disse: “Vós gostais de parecer justos diante dos homens, mas Deus conhece vossos corações. Com efeito, o que é importante para os homens, é detestável para Deus”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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Que Possamos Sempre Encontrar Jesus na Pessoa do Próximo!



Excelente final de semana queridos amigos! Que a paz do Senhor esteja no coração de todos.

Que bom estarmos reunidos para partilhar a santa palavra de Deus ,a força diária para nós, cristãos. Por isso, peçamos que Deus abra nosso coração ao entendimento e nos dê a graça de compreendermos e vivenciarmos suas lições. No evangelho de hoje, Jesus nos orienta a não sermos escravos das riquezas terrenas . O dinheiro, a riqueza, o sucesso , a fama,são sempre traiçoeiros, pois escravizam nossos pensamentos e coração fazendo nos seus discípulos, seus servos, transformando –o em nossa única segurança, nosso Deus. Jesus nos fala:” usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas ”.O que Jesus busca nos ensinar com essas sábias palavras?

Jesus nos nostra que nossas riquezas podem ser utilizadas para o bem. Por isso Ele nos exorta a fazer amigos com as nossas riquezas... Fazemos amigos com nossos bens materiais ou espirituais quando os colocamos não somente ao nosso serviço, mas também ao serviço do crescimento dos irmãos, sobretudo dos mais necessitados. Desta forma, o dinheiro se torna motivo de libertação, de alegria e de vida para os outros... E assim, tornamo-nos amigos dos pobres, que nos receberão de braços abertos na Casa do Pai! Bendito dinheiro, quando o utilizamos em prol dos necessitados,pois por por meio dele, reconhecemos Deus na figura de nossos irmãos.

Não se pode separar nossa relação com Deus do modo como usamos os nossos bens! Ou as duas atitudes vão juntas, ou a nossa religião é falsa! Por isso, perguntemo-nos hoje: como uso os bens materiais, os espirituais, os meus talentos, como uso minha inteligência? Somente para mim? Ou sei colocar-me a serviço, fazendo de minha vida uma partilha, tornando outros felizes? Será que ajudo meus irmãos nos momentos difíceis, financeiramente ou espiritualmente. Será que tenho oferecido palavras de amor e de consolo quando meu irmão encontra-se caído , sem forças... Será que tenho sido alavanca na vida do meu próximo?

Olhemos nos, que o modo de nos relacionarmos com o dinheiro e demais bens diz muito do que nós somos, afinal o nosso tesouro está onde está nosso coração! Dizei-me onde anda o vosso coração, o vosso apego, a vossa preocupação, e eu vos direi qual é o tesouro da vossa vida! Tristes de nós quando o nosso tesouro não for unicamente Deus! Tristes de nós quando, por amor ao que passa, perdemos a Deus, o único Bem que não passa! Uma coisa é certa: a advertência duríssima de Jesus: “Ninguém pode servir a dois senhores. Vós não podereis servir a Deus e ao dinheiro!”

Peçamos sempre que o Santo Espírito de Deus, derrame sobre nos sabedoria para que possamos sempre partilhar nossas riquezas materiais e espirituais.

Que a paz de Jesus esteja nos lares de vocês.


Sueleide Assis

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Evangelho do Dia - Lucas 16,1-8

— O Senhor esteja conosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus disse aos discípulos: “Um homem rico tinha um administrador que foi acusado de esbanjar os seus bens. 2Ele o chamou e lhe disse: ‘Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, pois já não podes mais administrar meus bens’.
3O administrador então começou a refletir: ‘O Senhor vai me tirar a administração. Que vou fazer? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha. 4Ah! Já sei o que fazer, para que alguém me receba em sua casa quando eu for afastado da administração’.
5Então ele chamou cada um dos que estavam devendo ao seu patrão. E perguntou ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu patrão?’ 6Ele respondeu: ‘Cem barris de óleo!” O administrador disse: ‘Pega a tua conta, senta-te, depressa, e escreve cinqüenta!’ 7Depois ele perguntou a outro: ‘E tu, quanto deves?’ Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. O administrador disse: ‘Pega tua conta e escreve oitenta’.
8E o Senhor elogiou o administrador desonesto, porque ele agiu com esperteza. Com efeito, os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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O Administrador Infiel


 

Muito bom dia, meus amigos!

Tenho vários motivos para louvar a Deus pelo dia de hoje, principalmente por ser a sexta-feira o dia do retorno à casa. Dia em que matarei saudade da minha esposa querida, de meus familiares, meus amigos... Sem contar que passei a semana inteira muito ansioso, me preparando espiritualmente para a celebração do aniversário do grupo de oração e da confraternização. Só quem mora longe para saber a alegria de voltar para casa...

Louvado seja o Senhor pela sexta-feira!

Puxa vida... na roleta russa do evangelho do dia, hoje caiu em minha mão uma das passagens que considero de maior dificuldade de interpretação. Que possamos, todos nós, compartilharmos nossos pontos de vista e tecermos juntos uma reflexão madura...

Lembro-me bem que, na primeira vez que entrei em contato com essa palavra, me causou um certo espanto ao interpretar a ação do administrador infiel, abaixando o valor das dívidas das pessoas que deviam ao seu patrão... de certa maneira eu fiquei escandalizado com aquilo. Parecia que Jesus elogiava aquela pessoa que, de certa forma, estava "passando a perna" em seu patrão...

Porém, olhando de uma outra faceta, podemos mudar completamente essa interpretação...

Não era incomum pessoas que eram detentoras de grandes propriedades confiarem a alguns empregados de confiança a administração de parte de seus bens. O que dá a entender é que no caso da parábola de hoje, o proprietário, que vivia longe daquela propriedade sua, ficou sabendo da desonestidade em que seu bem era administrado e chamou seu encarregado para prestar contas.

Acontece que aquela pessoa vivia esbanjando a riqueza alheia. Imagino que ele jogava sempre um percentual a mais no valor real da dívida, para ganhar uma espécie de comissão...

Quando este se vê apertado contra a parede, reflete sobre o que iria fazer. Seu orgulho não lhe permitiria mendigar, pois tal ato era considerado castigo de Deus, a Palavra dizia claramente que era melhor morrer que mendigar (Eclo 40,28s). O mesmo orgulho não lhe permitiria trabalhar em serviço braçal. Então ele pensa em cobrar o preço que realmente era devido, pois daria uma imagem de estar beneficiando as pessoas, que lhe acolheriam em suas casas, quando na verdade estaria cobrando o valor justo.

Aquele homem havia levado um susto enorme e aproveitou aquele momento para refletir sobre sua vida. Realmente, de todo mal Deus é capaz de tirar um bem maior. Depende de nossa atitude!
 
Assim também nós, devemos tirar proveito das coisas ruins, dos sustos que nós acabamos recebendo no decorrer de nossas vidas. Na maioria das vezes, só sabemos ficar reclamando da vida e, em algumas vezes, até mesmo culpamos o Senhor pelos frutos que colhemos de nossas próprias ações! Vale lembrar que se o Senhor permite que percamos alguma coisa, certamente é porque Ele tem algo muito maior reservado para nós e acabamos não querendo tomar posse de tal presente por simples questão de apego material.
 
Você tem vivido reveses, momentos difíceis em sua vida? Você já parou para refletir o que você pode tirar de proveito do que a escola da vida está querendo te ensinar?

Mais uma vez eu quero insistir: DE TODO MAL DEUS TIRA UM BEM MAIOR, se você assim permitir que Ele direcione sua vida.

E para você? Qual é o seu ponto de vista a respeito?

Que o Espírito Santo nos leve a refletir sobre nossas condutas... estamos agindo com justiça ou estamos sempre procurando tirar proveito das coisas?

Deus abençoe nossa sexta-feira e nosso final de semana!

Grande abraço fraternal,


Márcio Gomes Pacheco
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Evangelho do Dia - Lucas 15,1-10

— O Senhor esteja conosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1os publicanos e pecadores aproximaram-se de Jesus para o escutar. 2Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus. “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”.
3Então Jesus contou-lhes esta parábola: 4“Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto, e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la? 5Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria, 6e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos, e diz: ‘Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!’ 7Eu vos digo: Assim haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão.
8E se uma mulher tem dez moedas de prata e perde uma, não acende uma lâmpada, varre a casa e a procura cuidadosamente, até encontrá-la? 9Quando a encontra, reúne as amigas e vizinhas, e diz: ‘Alegrai-vos comigo! Encontrei a moeda que tinha perdido!’ 10Por isso, eu vos digo, haverá alegria entre os anjos de Deus por um só pecador que se converte”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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O Bom Resgate!


 

Bom dia, amados de Deus!

É uma alegria muito grande estar partilhando com vocês a reflexão semanal de quinta-feira. Aproveitando dessa minha alegria, quero partilhar com vocês os meus 1 ano e 3 meses de namoro, que se completam hoje, com o meu amor lindo. Diante de todos vocês, leitores fiéis, quero dizer ao meu amor que eu o amo muito e sou extremamente grata a Deus pelo presente que Ele me deu, o meu bem!

Bem, ao longo de nossas vidas, de nossa caminhada, percebemos como é grande e contraditório o amor de Deus por nós. Jesus, na sua completa entrega, na sua infinita fidelidade, sempre fundamentou suas atitudes diante dos homens com o amor de Deus.

No Evangelho de hoje, temos duas parábolas: a de uma única ovelha entre cem que se perde. Seu pastor procura até encontrá-la, e quando a encontra se alegra e faz festa. É evidente que essa ovelha perdida muitas vezes somos nós. E quando nos convertemos, nos voltamos novamente para Deus, que é o nosso pastor supremo, o céu se alegra, pois é uma vida nova que acaba de renascer.

Agora, tendo nós voltados para Deus, cientes do Teu amor e da Tua vontade, experimentado da Tua misericórdia, qual mensagem nos seria relevante a partir desta parábola? Com toda certeza, afirmo a vocês que é o convite de Jesus para nós assumirmos o papel de apóstolos Seus, pastoreando as ovelhas que se encontram perdidas pelo mundo, não medindo esforços para recuperá-las. O amor de Jesus é lindo demais, por isso devemos buscar ser reflexo dele.

A segunda parábola relata acerca de uma mulher que tem dez moedas de prata e perde uma. Logo, acende uma lâmpada, varre toda a casa, procura atenciosamente até encontrá-la. Provavelmente aquela moeda tinha um valor sentimental ou fazia parte de seu dote, era importante.

Novamente nos encontramos sendo comparados com a moeda. Diferente da ovelha, que sente o perigo, que sabe que está fazendo algo errado ou que está perdida, a moeda não tem essa consciência, ou seja, a moeda representa aquelas pessoas que acreditam não estar no pecado, que não se sentem necessitadas do amor e do perdão de Deus, ou por ignorância cometem erros.

Não estando nós nestas condições, é nosso dever retirar estas pessoas das trevas. É importante nos lembrarmos sempre que somos cheios do Espírito Santo, por isso, nada mais correto que iluminarmos e conduzirmos o caminho do outro, embora este esteja cheio de pecado, é valioso para Deus. É como a moeda, mesmo estando suja, empoeirada, ela continua sendo de prata.

Portanto, meus irmãos, vamos abrir os nossos corações àqueles que necessitam. Nenhum de nós é perfeito o suficiente que não tenha precisado da insistência e misericórdia de Deus. Façamos da felicidade do outro a nossa salvação no Céu. Uma vez filhos de Deus, é preciso sempre viver na comunhão do amor Dele e fazer desta, essência para os pobres e pecadores.

É uma tarefa fácil? Nem sempre. Mas, lembremos! Quanto mais próximos de Deus, mais próximos dos homens. O processo de conversão do outro vai depender da minha consciência diante das vontades e do amor de Deus. Assim, terei olhos espirituais e viverei a experiência de ver Jesus no outro, e isso é fantástico.

Paz de Jesus a todos!


Monike Stival
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Evangelho do dia - Lucas 14, 25-33

— O Senhor esteja conosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 25grandes multidões acompanhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: 26“Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. 27Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo.
28Com efeito: qual de vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário, 29ele vai lançar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a caçoar, dizendo: 30‘Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar!’
31Ou ainda: Qual rei que, ao sair para guerrear com outro, não se senta primeiro e examina bem se com dez mil homens poderá enfrentar o outro que marcha contra ele com vinte mil? 32Se ele vê que não pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia mensageiros para negociar as condições de paz. 33Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!”


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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Quem Não Carrega Sua Cruz Não Pode Ser Discípulo de Cristo!



A paz a todos os irmãos em Cristo!

Aqui temos a oportunidade de ver o sentido real de descer do monte e o que nos espera depois de encontrar Jesus. É exatamente essa frase: “carregar a cruz”. A cruz da dor, do sofrimento, da angústia, da incerteza, da calúnia, da separação e da renúncia de si próprio pra viver o discipulado de Cristo. “33Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!”

Jesus sabia de toda dificuldade que teríamos para falar do seu evangelho e hoje nós temos apenas uma visão embaçada daquilo que vamos enfrentar, por isso não podemos descer do monte sem ter ouvido a Deus e sem planejar o que vamos fazer ao lado de Cristo. A única certeza que temos e que vamos carregar a cruz, mas ao lado Dele fica mais fácil pois Ele nos ajuda a passar por toda dificuldade.

Abandonar-se não é fácil, pois quero muito mais a minha vontade do que a do Senhor. E sempre temos aquela maldita frase “a carne é fraca”, como dizia o saudoso Pe. Leo :É fraca nada, pois ela quase sempre ganha. É como se colocássemos um pit bul pra duelar com um vira-lata.

Essa é mais ou menos a dimensão missionária que se intensifica neste mês em nossa igreja. Ouvir a Jesus se torna mais importante, pois somente ouvindo tenho clareza da missão e posso assim planejar as estratégias para uma frutífera evangelização. E neste ponto ainda perdemos muito para as coisas profanas, é só olharmos os grandes shows que são arquitetados com o objetivo de levar multidões à perdição.

Amados, neste fim de semana, em um retiro de silencio, ouvi algo muito importante. Para ouvirmos o que realmente Deus quer de nós e quais são as estratégias a serem planejadas, precisamos silenciar o nosso ser, precisamos deixar de lado as nossas orações mecânicas, cercos, novenas e nos lembrarmos que temos que ter intimidade com Ele. E para sermos íntimos, precisamos estar em adoração, precisamos estar na escuta. 

Não quero dizer aqui que nossos jejuns, cercos, orações escritas e novenas não sejam importantes,estes são de grande crescimento para nossa vida espiritual, mas não podemos usar isto como escudo para não escutar a Deus. Infelizmente isso tem acontecido com muitos de nós. Fazemos tantas orações durante o dia, mas, não encontramos tempo para estar com Ele, para perguntar o que quer de nós, nos esquecemos que precisamos desta intimidade para termos forças para carregar as nossas cruzes diárias.

Irmãos, não parem de fazer as novenas, cercos e orações escritas, mas além de regá-las com uma boa dose de adoração, use-as para estar em comunicação direta com Deus, pergunte sempre o que Ele quer de você.

Que Deus nos abençoe hoje e sempre!

Paz e bem!



Renato e Eloneide
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Evangelho do Dia - Lucas 14,15-24

— O Senhor esteja conosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 15um homem que estava à mesa disse a Jesus: “Feliz aquele que come o pão no Reino de Deus!” 16Jesus respondeu: “Um homem deu um grande banquete e convidou muitas pessoas. 17Na hora do banquete, mandou seu empregado dizer aos convidados: ‘Vinde, pois tudo está pronto’.
18Mas todos, um a um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse: ‘Comprei um campo, e preciso ir vê-lo. Peço-te que aceites minhas desculpas’. 19Um outro disse: ‘Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-las. Peço-te que aceites minhas desculpas’. 20Um terceiro disse: ‘Acabo de me casar e, por isso, não posso ir’.
21O empregado voltou e contou tudo ao patrão. Então o dono da casa ficou muito zangado e disse ao empregado: ‘Sai depressa pelas praças e ruas da cidade. Traze para cá os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos’.
22O empregado disse: ‘Senhor, o que tu mandaste fazer foi feito, e ainda há lugar’. 23O patrão disse ao empregado: ‘Sai pelas estradas e atalhos, e obriga as pessoas a virem aqui, para que minha casa fique cheia’. 24Pois eu vos digo: nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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Preparemo-nos Para o Banquete Espiritual





Muito bom dia, meus amigos!

Cá estamos nós para mais uma reflexão da Palavra de Deus para nós hoje.

Você já deve ter acabado de ler nossa passagem de hoje. Complicada, né? O pior é que ela reflete muuuuito bem o que nossa sociedade tem experiementado e vivido.

A palavra nos fala de um rei que prepara a festa de casamento do príncipe e pede que seus empregados - leia-se servos - se dirijam à cidade para chamar seus convidados. Estes, porém, nem dão atenção ao convite e continuam normalmente sua vida sem se importarem com o grande momento de alegria que o rei queria partilhar com eles. O pior é que, numa outra passagem que conta a mesma parábola, o rei, incomodado com a falta de resposta, envia novos servos e estes são maltratados até a morte. O rei enfurecido, então, lança sua ira sobre aqueles que fizeram pouco caso de todo banquete que havia preparado e manda que sua guarda mate os assassinos e queimem sua cidade. Em seguida o rei pede que outros servos saiam a convidar todos os que encontrarem pelo caminho e assim estes o fazem. Porém, algo um tanto intrigante acontece: uma pessoa é encontrada sem trajes adequados e é expulso do local.


É necessário refletirmos com bastante atenção e cuidado que nossa passagem de hoje merece. Ela é muuuito delicada...

Está muito na cara que o rei é o Pai Celestial e o príncipe é Jesus. O casamento não é nada mais nada menos que a união de Jesus com sua igreja (alguém tem alguma outra interpretação sobre isso?) e os convidados são aqueles que se dizem "amigos do Rei", ou amigos de Deus.

Porém, o que se percebe em relação aos que se dizem "íntimos" de Deus é que estes não dão a mínima atenção à alegria de vossa realeza! Um banquete maravilhoso, digno de reis, é preparado e os tidos como amigos agem com desprezo e continuam com sua vida corriqueira. O pior é que alguns se sentem incomodados pelos servos do Rei e chegam a assassiná-los!

Meus amigos, meus amigos. Essa passagem de hoje me deixa muito incomodado. Será que nós, que nos auto-denominamos "amigos" do Rei, não estamos virando a cara e fazendo pouco caso do banquete que Ele diariamente prepara para nós?

Será que nossos atos não estão incondizentes com nossas palavras? Será que não estamos, a exemplo dos "amigos" da leitura, traindo aquele que deseja festejar suas alegrias conosco?

Pois bem, pra piorar ainda mais a situação, depois da traição de seus amigos mais íntimos, o Rei manda que convidem todos os que encontrarem pelas ruas e assim é feito. Porém, não adianta ser apenas convidado... é necessário se apresentar no banquete com trajes próprios para o momento. E o traje ideal para o banquete celeste é um coração contrito, arrependido e, declaradamente, em guerra contra tudo aquilo que desagrada o rei. Um coração amoroso, misericordioso e que muito se importe com a alegria dos outros.

Como você tem se preparado para o banquete? Aliás, que resposta você está dando ao convite semanal que o Senhor faz a você para o banquete do casamento que é celebrado em todas as missas, quando Jesus celebra seu casamento com sua noiva Igreja no altar, na comunhão? Você é um daqueles que fica na porta da capela, esperando a festa, o banquete do Rei acabarem para você entrar e começar a reunião do grupo?

Cuidado, meu amigo, muito cuidado e aproveito para pedir este mesmo cuidado a mim mesmo. Porque, a exemplo daqueles que não deram a mínima para o banquete real e aquele que estava sem trajes apropriados, podemos ser excluídos das celebrações reais por causa desse nosso pouco caso às coisas do Senhor.

Que o Espírito Santo nos ilumine e nos faça refletir seriamente sobre tudo isso.

Grande abraço fraternal,


Márcio Gomes Pacheco
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